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domingo, 9 de dezembro de 2007

Guia da legislação do trabalho

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Você apresentou a sua candidatura, atravessou todo um processo de selecção, compareceu a múltiplas entrevistas e, finalmente foi-lhe comunicado que o lugar era seu. Parabéns!

Não pense, porém que o seu processo de contratação está concluído, muito pelo contrário.
Para além do pacote financeiro que lhe foi proposto na entrevista, há um conjunto de pormenores legais para o qual qualquer Candidato deve estar atento.
Há no essencial dois tipos de contrato que o seu futuro empregador lhe poderá propor: a prazo e sem prazo.
Provavelmente este aspecto já lhe terá sido referido no decorrer da entrevista, mas se o não foi não hesite em esclarecer esse ponto.
Contratos a Termo
De entre os contratos a prazo, os mais frequentes são os chamados contratos a termo certo, em que se sabe quanto tempo dura o contrato (na prática está generalizada uma duração que pode variar entre os 6 e os 12 meses) e o dia exacto em que termina. Há também contratos a termo incerto, em que a duração do contrato não é conhecida; é o que se passa com quem é contratado para substituir um trabalhador que está de baixa por doença, por exemplo.Os contratos a prazo, que deveriam ser limitados a situações de excepção, acabaram por se transformar num instrumento normal de contratação de pessoal para satisfação de necessidades permanentes das empresas e das organizações, quando, em rigor, a lei apenas os permite para um conjunto de situações muito específicas, das quais passamos a referir as mais importantes.Algumas são claras e simples de perceber:
Empresas recém criadas (Início da laboração)



Primeiro emprego
Actividades sazonais (por exemplo, as relacionadas com o turismo)
Trabalhos de construção civil e obras públicas Para além destas, é ainda permitida a contratação a prazo nos seguintes casos:
Acréscimo temporário de trabalho da empresa
Acréscimo excepcional de trabalho da empresa O contrato a termo só é válido se for celebrado por escrito, de contrário, se, por exemplo, o seu patrão lhe disse que "só iria precisar dos seus serviços por algum tempo" e não chegaram a assinar nenhum contrato, então considera-se para todos os efeitos existir um contrato sem termo.
RenovaçõesOs contratos a prazo podem ser renovados por duas vezes e a sua duração não poderá exceder os três anos (2 anos nos casos de lançamento de nova actividade de duração incerta e de início de laboração da empresa).
A entidade patronal é livre de renovar ou não o contrato prazo. Não pretendendo renovar, deverá comunicar essa intenção por escrito ao trabalhador com uma antecedência de 8 dias.
A não renovação do contrato confere ao trabalhador uma compensação de 3 dias de remuneração base por cada mês completo de trabalho.



Período experimental


Mesmo nos contratos a prazo, há um período de tempo em que qualquer das partes pode dar o contrato por terminado, sem ter de apresentar qualquer justificação ou pagar qualquer tipo de compensação. O período experimental é de 30 dias, sendo porém reduzido a escrito no caso de contratos com duração não superior a seis meses.



Férias


Se o seu contrato tiver uma duração inferior a um ano, terá então direito a dois dias úteis de férias por cada mês completo de serviço, de contrário aplica-se o regime de férias dos trabalhadores contratados sem termo. Durante o período de férias o trabalhador recebe a dobrar, ou seja, não comparece ao trabalho e recebe o salário habitual mais o subsídio de igual valor.



Contratos Sem Termo
Se o contrato a prazo é por natureza um vínculo precário, por regra os contratos de trabalho são de duração indeterminada, conferindo assim maior estabilidade ao trabalhador, que assim poderá manter o seu emprego até à idade da reforma.
Período experimental


Este é certamente um dos aspectos mais importantes a ter em conta pelo trabalhador no momento da sua contratação.
O período experimental serve para ambas as partes, trabalhador e empregador, avaliarem directamente pela experiência vivida no dia-a-dia da relação profissional, se o trabalho corresponde às expectativas do trabalhador e se, por outro lado, o trabalhador corresponde às expectativas do empregador.
Pode muito bem suceder que alguém altamente qualificado ou recomendado, manifeste uma total incapacidade para o desempenho das funções para que foi contratado.
Também o trabalhador se pode enganar relativamente aquelas que eram as suas expectativas para o novo emprego, concluindo, por exemplo, pela existência de um péssimo ambiente de trabalho.
A Lei dá assim a empregadores e trabalhadores, um período de tempo em que qualquer um deles se pode desvincular sem alegar motivo justificativo ou cumprir qualquer tipo de aviso prévio e em que também não haverá direito a qualquer indemnização.
Tenha em atenção que o período experimental existe mesmo que no contrato nada tenha sido escrito nesse sentido.É que, para existir, o período experimental não tem de constar do contrato de trabalho, se o contrato nada disser em matéria de período experimental, entende-se que este terá a duração prevista na Lei e que varia entre 60 ou 90 dias, para a generalidade dos trabalhadores (em função do número de trabalhadores) e 180 a 240 dias, para funções de maior complexidade técnica e responsabilidade, ou para lugares de direcção.
Recomendações práticas, sobre o período experimental.


Suscitar a questão do período experimental ao seu futuro empregador, poderá não ser fácil, existe sempre o receio de que ao levantar essa questão o trabalhador esteja, no fundo, a revelar alguma falta de confiança nas suas capacidades.
Tudo depende, em ultima análise, da sua capacidade negocial. Se tem já um bom emprego e está razoavelmente satisfeito, não deverá ter grandes problemas em explicar aos seus futuros patrões que não quer um período experimental, até porque se estão interessados em si é porque lhe reconhecem à partida as qualidades necessárias para o lugar.
Se pelo contrário, está desempregado ou desesperado para mudar de emprego, então o melhor será mesmo não levantar a questão e contar à partida com um período, que pode variar entre 60 a 240 dias conforme o grau de responsabilidade e o tipo de funções que vai exercer e durante o qual poderá ser mandado embora sem direito a qualquer indemnização.
Fique também a saber que para afastar o período experimental não basta uma garantia verbal do seu futuro empregador, terá necessariamente de constar do contrato uma cláusula nesse sentido.
O mesmo se aplica à redução do período experimental, que é possível mas deverá constar de cláusula escrita.
O que a entidade patronal já não poderá fazer é ampliar a duração do período experimental para além dos prazos fixados na Lei ou em convenção colectiva.



Horário de trabalho


Estudos recentes demonstram que o horário de trabalho deve reflectir o número de horas diário adequado a um saudável equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
Actualmente o período normal de trabalho não pode ultrapassar as 8 horas por dia e as 40 horas semanais.
Férias


Os trabalhadores contratados sem termo gozam de 22 dias úteis de férias, que se reportam sempre ao trabalhado prestado no ano anterior.
Por isso, quem muda de emprego não tem direito logo no primeiro ano aos 22 dias úteis de férias.
Se vai começar a trabalhar no primeiro semestre do ano (até finais de Junho), tem direito a gozar 8 dias de férias, mas só depois de cumpridos 60 dias de trabalho efectivo.
Se iniciar o seu contrato no segundo semestre, só terá direito a férias no ano seguinte e terá primeiro de cumprir seis meses de trabalho.
Recomendações práticas, em matéria de férias no novo emprego.Independentemente dos seus direitos, poderá negociar com o seu novo empregador (especialmente se vai mudar de emprego perto dos meses de Verão) mais férias para além daquelas que a Lei lhe confere, se por exemplo entrou em finais de Maio, poderá propor que para além dos 8 dias úteis a que tem direito, a empresa o autorize a faltar dois dias, ficando assim com a possibilidade de gozar duas semanas de férias. Claro está que não vai ganhar esses dois dias a dobrar.



Salário


Importante aspecto de qualquer contratação, é o salário, ou remuneração.
Numa sociedade cada vez mais competitiva, é frequente as empresas procurarem cativar os melhores profissionais, mediante a oferta de pacotes salariais mais ou menos atractivos.Atribuição de viatura de serviço, com despesas de gasolina, seguros e manutenção incluídos, telemóveis, cartões de crédito para despesas de representação, seguros de saúde, viagens em classe executiva e até, em alguns casos, pagamento de despesas de educação, constituem fringe benefits praticados por muitas empresas.
No entanto, se esse não for o seu caso, poderá contar com uma proposta de remuneração mista, composta por uma parte fixa e outra variável.
Uma das formas mais usuais da componente variável da retribuição são as comissões, que representam um incentivo à produtividade e constituem uma contrapartida de especial empenho do trabalhador na execução das tarefas que lhe estão cometidas.Como parte integrante da retribuição deve ser considerada para o cálculo do subsídio de férias e da retribuição devida durante o período de férias.
Do ponto de vista fiscal as comissões têm tratamento idêntico ao da parte fixa da remuneração e devem ser igualmente consideradas base de incidência para efeitos de cálculo das contribuições a pagar à segurança social.
Também pode acontecer que no seu contrato esteja contemplado um prémio de produtividade, destinado a valorizar o rendimento do trabalho. Nesse caso, deve ter presente que este tipo de remuneração tem carácter aleatório e, como tal, pode vir a ser retirado pela empresa.


NOTA: O Conteúdo deste artigo é meramente informativo e a sua leitura não substitui a consulta da legislação


Fonte:"http://www.stepstone.pt"

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Cultura adequada?

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Ajuste os seus valores aos do seu empregador
Na busca pela próxima geração de empregados, muitas empresas estão a dar menos importância às qualificações e mais às atitudes e valores. A lógica por trás disto, é que as capacidades necessárias podem ser ensinadas mas a atitude e os valores são mais difíceis de mudar. Por isso, deve dar mais atenção a como é que a sua atitude e valores, se "ajustam" aos dos potenciais empregadores, quando procura um novo emprego.


Os negócios são criados em torno de "tribos"
De acordo com o Dr. Peter Hagström, do Instituto de Negócios Internacional da Escola de Economia de Estocolmo, as empresas começaram a criar "tribos organizacionais" - grupos de pessoas reunidas em torno de valores comuns - para ajudar a desenvolver a cultura da empresa. Ele acredita que a necessidade de valores comuns é o resultado de uma ênfase crescente da diversidade do local de trabalho. Promover a diversidade, num local de trabalho orientada no sentido de grupo, pode resultar num choque cultural, se pessoas de diferentes origens são atiradas para o grupo. Como tal, torna-se importante, diz Hagström, encontrar um factor que leve ao "sentimento nós", a fim de que os empregados tenham um conceito comum daquilo que a empresa defende.
Um exemplo de comportamento tribal, é a agência Americana de marketing Zipatoni, que cria a cultura da empresa em torno de piadas, tais como colocar pernas de manequins nos cubículos dos quartos de banho para fingir que eles estão ocupados. Se não gosta deste tipo de humor, não iria gostar de trabalhar para esta empresa. O objectivo, diz Hagström, é que piadas requerem criatividade, percepção e empatia (os bons brincalhões sabem até onde podem ir), que são exactamente as qualidades que a empresa procura nos seus consultores.



Encontre o seu nicho


Para aumentar as suas possibilidades quando está à procura de emprego, deve dar atenção ao facto de procurar uma empresa que tenha uma cultura que se ajuste à sua personalidade.
Peter Drucker, um dos mais mundialmente respeitados gurus no campo da gestão, sugere no seu livro Managing Oneself, que aqueles que andam à procura de emprego, devem dar atenção especial aos seus valores pessoais e até que ponto são compatíveis com os dos potenciais empregadores. Por exemplo, se você dá valor a estabilidade a longo prazo, não iria sentir-se bem numa empresa cujos objectivos são a curto prazo. Ao pensar naquilo que quer, você pode, de acordo com Drucker, encontrar o seu nicho.
Fazer um estudo sobre as empresas das quais recebe ofertas de trabalho, também é recomendado pelas especialistas norte-americanas em carreiras profissionais, Marcia Harris e Sharon Jones, autoras de The Parent's Crash Course in Career Planning. Elas recomendam, que recolha informação tanto sobre o emprego em oferta, como da empresa no seu conjunto. Para além de obter a declaração oficial da empresa, deveria também conversar informalmente com pessoas que trabalham na empresa, e procurar na Internet relatórios e análises sobre ela. Não necessita de compreender exactamente toda a informação financeira para ficar com uma boa ideia de como a empresa opera. O perfil da empresa que obtiver, dar-lhe-á uma boa ideia da história da mesma, da sua reputação, estratégia de crescimento, liderança, objectivos e filosofia.



Uma solução vencedora


Ninguém quer estar num emprego que não gosta e as empresa sabem que empregados insatisfeitos, são empregados não produtivos. O beneficio, para ambas as partes, é que, ao dar atenção à atitude e aos valores, o processo de recrutamento pode tornar-se mais eficiente e o local de trabalho um ambiente mais recompensador.


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Saltar de emprego em emprego

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Saltar de emprego em emprego

– mudar de empregos com regularidade para promover os interesses pessoais da sua carreira

– tornou-se uma das tendências mais significativas da nova economia. No entanto, muitas pessoas ainda questionam até que ponto isso é aceitável.

Apesar de o ajudar a desenvolver a sua carreira, arrisca-se a adquirir a reputação de não ser confiável ou de ser mercenário.

Em França, uma pesquisa sobre atitudes empresariais em 2000 conduzida por um instituto de emprego (Association Pour l’Emploi des Cadres) concluiu que dos 3,000 directores entrevistados, 33 por cento planeavam deixar as empresas em que trabalhavam dentro de um ano.



Algumas empresas no sector das TI informaram que a rotação de pessoal chega a atingir 45 por cento num período de seis meses.



Isto é uma grande mudança para um país como a França, onde se considerava precipitado mudar de emprego mais do que uma vez em cada seis ou sete anos.



Num passado não muito distante, as empresas francesas, e a administração pública em particular, tinham a lealdade em alta estima e os sindicatos poderosos trabalhavam no sentido de promover a segurança no trabalho.



O que é que mudou?



Saltar de emprego em emprego está para ficar



Uma explicação clássica para saltar de emprego em emprego é que um período temporário de grande oferta de trabalho, dá às pessoas uma variedade mais alargada e atractiva de opções e reduz o risco de desistir. No entanto, há boas razões para acreditar que o que se está a passar no mercado de trabalho francês, a no resto da Europa, é mais permanente.



Os desenvolvimentos da nova economia criaram uma procura para trabalhadores móveis. Na indústria de TI nos EUA, o período de estabilidade no emprego para trabalhadores a tempo inteiro não é mais do que 13 meses.



De acordo com o especialista de carreiras Bob Weinstein, saltar de emprego em emprego tornou-se tão vulgar nas indústrias associadas com as TI que, não mudar com alguma regularidade pode prejudicar o desenvolvimento da carreira profissional.



Por exemplo, um período de longa estabilidade laboral pode dar imagem de falta de iniciativa, criatividade inadequada ou falta de vontade de tentar coisas novas. A actual tendência de saltar de emprego em emprego, também passa a ter que ver com a forma como as grandes empresas se organizam.



Estruturas hierárquicas associadas com a velha economia, ofereciam um leque de oportunidades para progressão dentro das organizações.



No entanto, se trabalha numa moderna organização de estilo "plano" tem mais probabilidades de se encontrar bloqueado, sem ter para onde subir. Para desenvolver a sua carreira o mais certo é que tenha que olhar para outro lado. Risco de que o tiro saia pela culatraSaltar de emprego em emprego está-se a tornar cada vez mais aceitável em mais e mais sectores, à medida que o aumento de empregos relacionados com tecnologia tem também impacto noutras áreas.



No entanto, não há regras e em muitos casos um historial de saltar de emprego em emprego pode não ser visto positivamente. Muitos empregadores franzem as sobrancelhas àqueles que saltam de emprego em emprego se acreditarem que só o dinheiro os motiva. Outros podem ver aqueles que saltam de emprego em emprego como um sinal de que é difícil ao candidato relacionar-se com os colegas de trabalho.



Os empregadores têm mais tendência para ignorar estas preocupações quando não se podem dar ao luxo de serem muito selectivos, mas noutras circunstâncias eles hesitam quanto a empregar pessoas que eles vêem como mercenários ou inadaptados.



Em áreas onde a confiança e lealdade são muito valorizadas, os que saltam de emprego em emprego mantêm-se definitivamente como um não. Em engenharia, por exemplo, os empregadores querem um compromisso com projectos que podem levar anos até à sua conclusão.



Em geral, se o candidato está à procura de um emprego que requer um longo período de treino – e como tal um alto investimento por parte do empregador – terão que promover algum tipo de garantia de que se podem comprometer por um período mais longo. Um historial de saltar de emprego em emprego definitivamente prejudicará a sua capacidade de arranjar emprego.Conselhos para os que saltam de emprego em empregoSe você é um activo saltador de empregos, tem que se apresentar com cuidado a potenciais empregadores.



Se quer saltar em vez de tropeçar, tenha presentes os seguintes conselhos:
Apresente-se de forma a convencer potenciais empregadores de que tem estado conscientemente a adquirir experiência e a desenvolver as suas capacidades. Isto ajuda a eliminar a suspeita de que você está somente atrás de um salário alto e status.
Vincule ao seu anterior comportamento de saltar de emprego em emprego, experiências valiosas que tenha adquirido.
Pense naquilo que o motiva. Tem um plano a longo prazo de desenvolvimento da sua carreira?
Tente deixar anteriores empregos em bons termos. Explique a sua decisão ao seu chefe e termine satisfatoriamente os projectos que se encontravam a seu cargo.
Nunca critique o seu empregador anterior. Centre a sua atenção nos aspectos positivos da empresa a que está a concorrer em vez das razões porque deixou empregos anteriores.Saltar de emprego em emprego pode ser uma estratégia de carreira positiva, mas tenha em atenção que se não for apresentada correctamente, pode prejudicar as suas oportunidades de emprego.



Fonte:"http://www.stepstone.pt"

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Máximas do sucesso

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"O trovão é magnífico. O trovão é impressionante. Mas o relâmpago é que dá luz." Mark Twain



"Não basta dizer ‘estamos a fazer o melhor que podemos’. Temos de conseguir fazendo o que for necessário." Winston Churchill



"Tenta não te tornares um homem de sucesso, prefere antes ser um homem de valores." Albert Einstein "Assume riscos calculados. Isso é muito diferente de ser imprudente." George Patton






"Uma ‘onça’ de acção é mais valiosa do que uma tonelada de teoria."Friedrich Engles "O segredo do sucesso está em saber algo que mais ninguém sabe."Aristotle Onassis



"Ganha-se força, experiência e confiança com quaisquer acontecimentos que nos obriguem a parar e a olhar o medo de frente… Deve-se fazer aquilo que não se consegue fazer."Eleanor Roosevelt



"Nunca deixes as tuas memórias serem maiores que os teus sonhos."Doug Ivester (President da Coca Cola)





"I suppose leadership at one time meant muscles; but today it means getting along with people." Indira Gandhi "As melhores ideias vêm das anedotas. Torna o teu pensamento o mais divertido possível."David Ogilvy, CEO da Ogilvy & Mather



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Ponha a Net a trabalhar para si

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Ninguém disse que arranjar emprego é uma tarefa fácil.

Com os actuais progressos tecnológicos, contudo, tornou-se possível procurá-lo sem ter de virar o dia a dia do avesso. Até há pouco tempo, escolhia-se a melhor roupa e, de currículo em punho e sorriso permanente nos lábios, partia-se à busca.



O mais frequente era voltar para casa, ao fim do dia, sem conseguir mais que uma boa dor de cabeça e uns pés bem doridos.



Embora a Internet não substitua completamente o calcorrear tradicional da luta pelo emprego, permite, no entanto, algumas incursões. E tudo o que temos de fazer é pegar numa caneta e numa chávena de café, enquanto iniciamos a nossa busca confortavelmente sentados à secretária.



Um currículo pode ser enviado por e-mail a milhares de empregadores, poupando tempo e dinheiro valiosos.



Muito melhor ainda é entregar essa tarefa a uma equipa especializada.



Dado que a publicidade na Internet é muito mais barata que nos media tradicionais, muitas empresas estão a voltar-se para os consultores de recrutamento online para publicitar as suas vagas, sobretudo se procuram um candidato com conhecimentos de informática.



As Agências de Recrutamento abundam na Internet.



Só na Grã-Bretanha, o Web site dos Serviços da Federação de Recrutamento e Emprego, regista 4.700. Como os custos e as despesas gerais são relativamente baixos, empresas como a Stepstone puderam especializar-se em contactos com milhares de empregados de primeiríssima qualidade. O sucesso deste novo serviço advém do facto de oferecer benefícios sem precedentes, quer aos empregados quer aos empregadores.



Para quem procura emprego, o acesso a uma base de dados de vagas pode, num instante, dar a conhecer o mercado de trabalho de um determinado país ou sector. Dada a velocidade e o efeito instantâneo da Web, quem procura trabalho através de uma agência on-line fica imediatamente colocado na linha da frente de qualquer novo emprego: um e-mail de alerta, zunindo pela Rede, aterrará em poucos minutos, seguro, no seu computador. Do mesmo modo, também as empresas têm acesso a quaisquer currículos disponíveis, que podem examinar pormenorizadamente.




Com a abundância de informação espalhada pelo mundo, disponível na ponta dos seus dedos graças à Internet, não existe desculpa para confundir uma empresa do Belmiro de Azevedo com os Laboratórios Azevedo.



A Web oferece a possibilidade, sem paralelo, de nos informarmos devidamente sobre qualquer empresa antes de enfrentarmos uma entrevista. A maioria das firmas, percebendo o potencial explosivo da Internet, tem o seu próprio Web site — muitos com áreas de notícias que permitem ficar a conhecer os últimos lançamentos de produtos, e secções incorporadas que ajudam a compreender a estratégia e a colocar as questões certas. Se não conseguir encontrar a empresa que procura, utilize um dos muitos motores de pesquisa da Internet.



"Alltheweb.com" é rápido e exacto e, como o nome indica, cobre "toda a Web". "Askjeeves.com" (aj.com) também é excelente — basta uma simples questão como "Who is Ford’s biggest competitor?" (Quem é o maior concorrente da Ford?) e logo lhe será fornecida uma diversidade de sites à escolha, utilizando diferentes motores de pesquisa. Nesta altura, muitos de vós estarão a pensar — contestando o que foi dito —, que a melhor fonte de informações sobre empregos ainda continua a ser os amigos e os conhecimentos pessoais.



Mas, precisamente, nós concordamos — e acrescentamos mesmo que, também neste aspecto, a Web poderá ajudá-lo.



Existe uma zona movediça na Internet conhecida como newsgroups. Diga-se, em abono da verdade, que entre os 30.000 fóruns de discussão há alguns bastante obscenos, que se dedicam apenas a satisfazer gostos perversos e muitas vezes ilegais. Mas os newsgroups também lhe permitem entrar em contacto com dezenas de milhares de pessoas influentes em todo o mundo. Lembre-se que quando se liga a um newsgroup — experimente "dejanews.com" — tem de ser específico acerca dos seus objectivos.



Procure o campo que mais lhe interessa — e apresente duas perguntas/questões inteligentes. Embora os seus novos "contactos" possam não ter o emprego perfeito para si, se participar nas discussões e mostrar entusiasmo — exactamente como na vida real — eles poderão "apresentá-lo" a alguém que o possa ajudar. Esta é a melhor altura para estar ligado à Internet: ISPs grátis, que proliferam como cogumelos depois da chuva; baixo custo das chamadas locais devido à feroz competição entre as companhias telefónicas. Se tem a certeza de que este é o momento ideal para progredir na sua carreira, pense em como a Web o pode ajudar.



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Lidar com a rejeição

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Provavelmente a pior parte na procura de emprego é receber uma carta de rejeição poucos dias depois de uma entrevista que você até pensou que correu bem.

No entanto, lidar com essa rejeição de uma forma positiva pode ajudá-lo a aumentar as suas possibilidades de sucesso no futuro.


Simplesmente tente descobrir o que é que correu mal e evite os mesmos erros da próxima vez.


Alguns empregadores darão razões porque é que não conseguiu o emprego, outros pedirão para que os contacte se estiver interessado numa explicação.


No entanto, na maior parte dos casos terá que ser você a iniciar o processo de reacção, quer seja escrevendo ou telefonando para a empresa.


Uma boa abordagem é pedir ao entrevistador para lhe dar uma pontuação de acordo com alguns aspectos relevantes.


Assim evita o embaraço que pode causar ao entrevistador se lhe pedir que comente sobre a sua aparência ou as suas maneiras.


Peça ao seu entrevistador que lhe dê uma pontuação para os seguintes aspectos que sugerimos. Tente pensar noutros aspectos que se encaixem especificamente com o emprego a que estava a concorrer.




  • Aparência – roupa, maneiras, cuidado pessoal, pontualidade

  • Comunicação verbal – apresentação de ideias, vocabulário, participação

  • Definição de objectivos – realismo, confiança

  • Qualificações – qualificações académicas, experiência de trabalho

  • Potencial de liderança – responsabilidade, capacidade de decisão

  • Resolução de problemas – pensamento rápido, reacção a questões

  • Personalidade – de acordo com a posição, interesses, honestidade

  • Desempenho em geral – perguntas feitas, pesquisa sobre o empregador


Fonte:"http://www.stepstone.pt"

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A técnica da entrevista

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Fornecida pela Southwestern Business Resources UK Ltd
À medida que se progride nas várias etapas da procura de emprego, o conhecimento de algumas técnicas que o ajudem a expor devidamente os seus talentos, experiência e referências, poderá ser uma ajuda valiosa.

A entrevista é a fase mais decisiva no processo de candidatura a uma oferta de emprego; é também a mais subjectiva.



Esta secção destina-se a ajudá-lo a evitar as consequências de uma deficiente planificação desta fase.




A Primeira Impressão é que conta




O aspecto é o ponto de partida. É ele que determinará a primeira impressão, e a primeira impressão é aquela que perdura. Por isso, o cabelo deve estar bem arranjado; o rosto bem cuidado; a maquilhagem, a água de colónia ou o perfume, devem ser discretos. Invista algum dinheiro na escolha e apresentação das roupas que tenciona usar. Os acessórios, incluindo carteiras e malas, deverão ser discretos e de estilo clássico. O mundo dos negócios tem as suas regras e convenções. É aconselhável optar por uma indumentária sóbria e discreta. Isto significa evitar a última moda. Para as mulheres, quer dizer parecer mais bem vestida do que feminina.




Seja Pontual




Embora os patrões não hesitem em fazê-lo esperar, não aprovam a falta de pontualidade de um candidato. Poderão haver imensas razões válidas para o seu atraso — a difícil localização do escritório ou o engarrafamento do trânsito —, mas nenhuma delas ajudará a sua causa. Uma sugestão é chegar 15 minutos antes da entrevista e aguardar no exterior, e não no local, o tempo que falta. Quando entrar no escritório, cinco minutos antes, tente perceber o ritmo que ali se vive e sintonizar-se com ele. Se por alguma razão inultrapassável tiver de chegar atrasado, mostre delicadeza fazendo um telefonema.




Conserve a sua Auto-Confiança




Quando se apresentar, dê um aperto de mão firme, dirija-se ao entrevistador pelo nome, sorria e mantenha o contacto visual, embora sem olhar fixamente. Aqueles que não o fazem, são vistos, apesar de injustamente, como falsos, evasivos e sofrendo de falta de confiança.Esteja atento a quaisquer indícios de nervosismo. Por exemplo, se bate com os pés ou enrola o cabelo, mantenha os pés quietos e as mãos cruzadas. NÃO FUME mesmo se o entrevistador o faz, pois pode parecer um indicador de nervosismo. Mostre delicadeza para com o entrevistador e não se perca nos raciocínios. Seja agradável com as pessoas com quem se cruzar, pois até as recepcionistas poderão ser chamadas a dar uma opinião a seu respeito.




Pratique as suas Respostas às Questões mais Prováveis




Talvez o mais fácil e, por isso mesmo, o aspecto mais negligenciado, seja a sequência pergunta-resposta. Se acredita que o que tem a dizer é importante, não esqueça que o modo como o diz tem importância equivalente. As características que pretende transmitir através das suas respostas são a auto-confiança, maturidade e facilidade de expressão. Os indivíduos que denotam auto-confiança impressionam favoravelmente o entrevistador, já que este considera estar a lidar com potenciais porta-vozes da empresa. Os candidatos deverão estar preparados para falar tanto das suas fraquezas como das suas potencialidades. Uma exposição clara e concisa é uma mais-valia, sendo absolutamente de evitar discursos sem consistência. Assim, os candidatos com mais hipóteses serão aqueles que prepararam as respostas às questões mais frequentes, incluídas nesta brochura.Embora ensaiadas, as respostas deverão ser assimiladas e dadas com tacto e sinceridade, de modo a retratar, de facto, o candidato.




Seja Entusiasta e Positivo




É de esperar que uma parte da entrevista incida sobre a sua experiência de trabalho. Essa experiência fornece-lhe tema de conversa e deve ajudá-lo a apresentar-se de um modo mais atractivo. "Venda" a sua experiência com vivo entusiasmo. Por exemplo, em vez de mencionar apenas que ganhou um prémio, torne a sua história mais convincente: "No ano passado foi-me entregue o Prémio Selo de Ouro por trabalhar 80 horas semanais durante o Verão — fiquei muito orgulhoso por o ter conseguido"Seja você mesmo mas do modo mais charmoso, delicado, conciso, entusiasta e auto-confiante de que for capaz. .




Tópicos a Evitar




Ao fazer o seu próprio marketing, pense na perspectiva do patronato. Em vez de falar acerca de honorários na primeira entrevista, aposte antes em deixar o entrevistador bem impressionado com aquilo que poderá fazer pela empresa. É preferível deixar o tema dos benefícios e regalias para posterior discussão noutras entrevistas.





Controle o Fim da Entrevista




À medida que a entrevista se aproxima do fim e é chegado o momento da apreciação final, tente saber a opinião do entrevistador sobre a sua aptidão para o lugar. "Com base nas informações que tem sobre mim, acredita que sou um bom candidato ao lugar?" Na maioria dos casos ouvirá provavelmente uma de duas respostas.Se a resposta for sim, então assuma-a. "Nesse caso, qual será o próximo passo? Encontrar-me-ei novamente consigo, ou com outra pessoa da empresa?" Se descobrir que não encaixa no perfil, pergunte porquê. "Agradeço a sua resposta. Importar-se-ia de me indicar quais as áreas em que fui mais fraco?" Descubra as objecções do entrevistador e reaja de imediato. Se for excluído, não terá outra oportunidade para fazer propaganda a si próprio. Faça uma última tentativa para refutar as objecções do seu interlocutor e conseguir uma oportunidade para uma segunda entrevista. .




Não Permita que as Rejeições o afectem




Aceite o facto de que, independentemente das capacidades demonstradas na entrevista, poderá não conseguir o lugar por um sem número de razões que terá muito pouco a ver com as suas qualificações ou capacidades. O feedback das entrevistas que não resultaram bem será para si inestimável. Descubra o que o Entrevistador achou que lhe faltava e o que realmente procurava.




Plano para a Etapa Seguinte




Quando a entrevista terminar agradeça ao entrevistador o tempo dispensado e peça-lhe um cartão para o poder contactar. Quer a colocação seja interessante para si na primeira impressão ou não, a apreciação final do entrevistador é o alargamento da oportunidade para uma segunda entrevista. "Sr.…. gostei imenso de o conhecer hoje. A …….. é uma excelente firma e fico à espera de o encontrar novamente. Consigo imaginar-me perfeitamente a fazer parte desta empresa." Quer pense assim ou não, essa não é a questão. O que interessa é que você ao menos quer ter o prazer de rejeitar a oferta dele.




Boa sorte




Fonte:"http://www.stepstone.pt"


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Dez dicas essenciais para entrevistas

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Quase todas as empresas têm, nos dias que correm, os seus próprios web sites.

Aprenda alguma coisa ácerca da empresa a que se vai candidatar, antes de ser chamado para uma entrevista.

Mas tenha cuidado para não dar a ideia de saber demasiado. Utilize essa informação para colocar questões àcerca da empresa.

Faça uma lista de todas as questões que pensa que lhe poderão colocar durante a entrevista.

Aprenda com a sua própria experiência e com a dos seus amigos.

Para cada questão prepare uma resposta simples e escreva-a. O facto de escrever as perguntas e as respostas, dá-lhe a certeza de que se lembrará delas. Pratique com alguém as respostas que escolheu para as perguntas.

Conheça as suas fraquezas.

Do que falta na sua experiência actual quanto e o quê está disposto a revelar? Se não lho perguntarem, arranje maneira de o incluir na entrevista. Os entrevistadores esperam que as pessoas enfatizem os seus pontos fortes, mas não esperam ouvir falar de uma "falta". Por isso apreciarão a sua franqueza, e o facto impressioná-los-á de forma favorável. É contudo indispensável que cada fraqueza revelada seja compensada com uma qualidade.

Estude detalhadamente o seu CV e planeie o que vai dizer sobre eventuais lapsos de tempo .

Por exemplo, se entre deixar um emprego e arranjar outro, decorreram 2 meses assegure-se de que tem uma explicação credível.
Certifique-se de que a sua história passada, académica e de trabalho, foi conduzida pelos sucessos. Portanto prepare-se para falar mais àcerca de sucessos específicos que do seu emprego anterior. Explique como sente/sentiu àcerca de um êxito ou de um insucesso. Os sentimentos são importantes.

Perguntas:

Evite aquelas que empurram o entrevistador para uma via de comprometimento – a menos que esteja a ser entrevistado para uma função no sector de vendas.
Algumas boas questões que pode levantar:
"Pode falar-me um pouco sobre as pessoas que trabalham na equipa?"
"Como progrediram as outras pessoas na organização?"
"Como decorre o processo de decisão e qual o tempo previsto para a selecção de alguém para este cargo?"
Utilize a terceira pessoa - o candidato, o cargo, a função, etc. - , não a primeira – EU – quando falar do emprego. Evite parecer que dá o emprego como certo. Não pergunte: "Qual será o meu salário daqui a um ano ?" . Em vez disso pergunte: "Qual será aproximadamente o salário deste cargo ao fim de um ano?".

Procure na WEB (Internet) qualquer coisa positiva acerca da empresa que previsivelmente seja do conhecimento do seu entrevistador e dê-lhe oportunidade para falar (com orgulho) àcerca disso.

Se o seu CV não contém uma fotografia assegure-se de que tem consigo um CV e uma fotografia extras. Quando o entrevistador for rever as entrevistas, os candidatos que recordar com maior nitidez estarão em vantagem independentemente da avaliação feita no primeiro momento.

Se não conhece bem o local da entrevista, faça um teste de tempo ou certifique-se de que chega com alguma antecedência. Independentemente da verdade das suas razões, chegar atrasado é geralmente olhado como responsabilidade sua e por isso, negativo. Leve um telemóvel (se necessário emprestado). Se o comboio/autocarro/carro ficar preso no trânsito, poderá pelo menos avisar a empresa do seu atraso.

Fonte:"http://www.stepstone.pt"


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Como redigir o CV

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Como redigir o CV
O objectivo do seu CV é, em primeiro lugar, "vendê-lo" a si e às suas capacidades face a uma futura entidade patronal. Basicamente, as empresas querem um currículo que especifique o que o Candidato sabe fazer, que lhes permita compreender de que forma ele/ela será útil para a empresa e porque é que se hão-de dar ao trabalho de o/a contactar.

Tradicionalmente, o CV inclui a formação, experiência e as capacidades específicas para executar o trabalho a que se candidata. Em seguida, deverá expressar o seu potencial para futuros êxitos, tendo em consideração os já alcançados.


Pense no CV como um resumo escrito, não como uma autobiografia. Se tudo estiver em conformidade, terá com certeza ocasião para ir a uma entrevista dar conta dos pormenores da sua formação.



Independentemente da estrutura que utilizar, siga sempre estas regras:
Seja simples e não sobrecarregue o seu CV com factos irrelevantes
Escreva-o de um modo devidamente legível e sem erros
Evite as cópias de má qualidade
Seja honesto
Comece cada ponto com verbos que indiquem determinação, tais como: alcançar, ganhar, aprender, servir, arranjar, encorajar, etc.
Especifique onde pode ser contactado A ordem mais comum dos elementos básicos num Curriculum Vitae é a que se segue:
IdentificaçãoInclui o seu nome, morada e contactos - telefone, telemóvel, e-mail.
Mini-perfil pessoalSe o deve ou não incluir é uma decisão sua.
Educação Veja exemplos no final.
Experiência de trabalho
Comece primeiro pela sua posição mais recente
Inclua empregos a tempo inteiro ou em part-time e trabalho voluntário
Inclua exames académicos, locais de trabalho
Nas datas assinale o princípio e o fim
Use tópicos para registar objectivos alcançados, capacidades e deveres (os tópicos não têm pontuação final e deve usar no máximo seis numa lista)





Actividades e Prémios


Registe os prémios profissionais, académicos, comunitários ou associativos; linguagens de computador ou software. Se tem mais do que um tópico num determinado campo, por ex: a música ou desporto, acrescente subtítulos para ser lido com mais facilidade.



Referências:


Apresente-as numa folha à parte e deixe esse elemento de fora do seu currículo. Se escrever "disponível quando solicitado" garanta que as pessoas que deu como referência estão mesmo disponíveis!



A Entrevista
1. Questões que lhe podem ser colocadas
Fale-me de si.
O que pretende fazer?
Porque quer trabalhar neste campo (trabalho, firma)?
O que sabe da nossa empresa?
Porque estudou ................ na Universidade?
Qual foi a sua área favorita? Porquê?
O que é mais importante para si, o salário ou o próprio emprego?
Diga-me as duas ou três realizações que lhe tenham dado maior satisfação. Porquê?
Que contribuições poderá trazer para este emprego (departamento, empresa…)?
Como resolveu uma grande crise ou um grande problema?
O que gosta de fazer nos seus tempos livres?
Tem disponibilidade de deslocação?
Porque é que foi para a Universidade .........(X) ?
Fale-me acerca do seu melhor professor.
Por quem mais vai ser entrevistado?
Quais são as suas expectativas salariais?
Gostava do seu emprego anterior? Porque saíu?
Quais são os seus objectivos profissionais para os próximos 5 anos? E para os próximos 10?
Quais são as suas maiores capacidades? E fraquezas? Se lhe fizermos uma proposta quanto tempo pensa ficar connosco?
Está interessado em oportunidades de promoção?
Como é você a trabalhar em equipa?
É um líder ou um seguidor?
Qual é o seu percurso e cargo ideal na carreira?
Há alguma coisa que queira dizer antes de dar por terminada a entrevista?



2. Questões para colocar ao entrevistador
Quais são as oportunidades específicas deste emprego?
A quem terei de prestar contas?
Quem são os directores com quem teria de trabalhar?
Há quanto tempo surgiu esta vaga? Qual a razão?
Como vou ser avaliado? Quais os critérios? Como têm evoluído os resultados da empresa
Quais os resultados da empresa?
Quais são os principais pontos fortes e fracos?Erros a evitar Entrevista
Mostrar fraca aparência ou apresentação desleixada, higiene deficiente, vestuário não apropriado.
Pôr ar de "Sr. Sabe-Tudo", arrogante ou mal educado.
Não fazer perguntas sobre o emprego.
Demonstrar capacidade de sociabilização deficiente, falta de interesse, tacto, maturidade ou cortesia.
Mostrar incapacidade para se expressar claramente/linguagem pobre.
Apresentar resultados escolares medíocres.
Mostrar falta de conhecimento da empresa ou do sector.
Mencionar prematuramente o salário e/ou as regalias.
Demonstrar falta de preparação para a entrevista.
Atrasar-se ou não comparecer.
Evitar o contacto visual ou denunciar falta de auto-confiança.
Ser desonesto.
Não apresentar nenhum objectivo de carreira.



Questões ou respostas colocadas/dadas superficialmente ou de forma inapropriada podem denotar:
Falta de experiência, educação ou capacidades
Objectivos ou expectativas irrealistas
Falta de entusiasmo ou agressividade excessiva
Falta de preparação ou de qualificações
Falta de profissionalismo





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domingo, 25 de novembro de 2007

Entrevistas - O ABC das entrevistas

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Aparência

Aposte numa boa aparência através do vestuário, do seu tom de voz e de uma postura física natural.
Benefícios
Tente saber, de forma discreta, quais os benefícios dos quais poderá usufruir (horas extras, prémios de assiduidade e pontualidade, comissões, etc.).
Confiança
Quando perceber que a entrevista está quase no fim, remate com um ponto a seu favor ou aproveite para fazer uma pergunta. Mostre-se confiante.
Debate Fale abertamente, exponha os seus pontos de vista, debata ideias. Não caia na esparrela de concordar com tudo o que o entrevistador lhe diz. Mostre personalidade!
Envolver
Saiba envolver o recrutador para que ele pense em si de forma diferenciada em relação aos outros candidatos.
Franqueza
A franqueza é sempre o melhor caminho. Seja você mesmo! Ser genuíno é sinónimo de bom carácter.
Gargalhada
Rir é o melhor remédio, serve para todos os males. Se estiver atrapalhado com alguma pergunta, por que não dar uma boa gargalhada? O entrevistador gosta de estar perante uma pessoa com sentido de humor e, sobretudo, você vai ter tempo para pensar no que vai dizer a seguir.
Horário
Não se esqueça de perguntar qual é o horário. Essa é uma das questões mais simples e mais importantes. No entanto, faça-o no momento que achar correcto.
Interesse
Mostre interesse pelo projecto, pela empresa e faça perguntas sobre as funções a desempenhar.
Jovial
Mostre que tem um espírito jovem e dinâmico. Uma pessoa activa é sempre bem vinda!
Kiss Kiss
Na hora da despedida não é habitual dar beijinhos, mas não se esqueça do aperto de mão.
Linguagem
A sua linguagem deve ser clara e pausada. Faça o possível para que o percebam. Não fale demasiado baixo, mas também não grite. Procure o meio termo.
Manipular
Não manipule nem se deixe manipular. Se pensa que pode enganar o entrevistador, começa mal. Geralmente nota-se quando a pessoa se vangloria, mesmo que de forma subtil, e isso fica muito mal.
Naturalidade
Se for natural só tem a ganhar. A artificialidade, ou o querer parecer o que não é, por norma não resulta.
Ordenado
O ordenado é um factor muito importante, mas, pelo menos na primeira entrevista, não fale no assunto - a não ser que lhe seja perguntado.
Pontualidade
Acima de tudo, não chegue atrasado a uma entrevista! O entrevistador pode pensar que você é desleixado e que não o respeitou porque o deixou à espera. Além disso, pode achar que terá o mesmo comportamento no local de trabalho, o que é bastante negativo.
Queixas
Não faça queixas dos seus antigos empregadores. Dizer mal só o vai prejudicar.
Respostas
Vá directo ao assunto e não se ponha com rodeios. O entrevistador pode pensar que você é um "fala barato" que se farta de falar e não diz nada.As suas respostas devem fornecer informações relevantes para o cargo que quer ocupar, além de informar sobre o seu passado profissional.Responda no momento certo e evite os "mmm", "aaah", "deixe ver" ou outras hesitações do género.
SorrirSorria
sempre! Sorrir é sinónimo de descontracção e de simpatia. Além disso, vai mostrar optimismo.
Talento
As empresas procuram, acima de tudo, talento. Saiba mostrar o que vale!
Urra!
Não deite foguetes antes da festa. Mesmo que lhe pareça que a entrevista correu da melhor maneira, não dê a batalha por vencida. No entanto, seja sempre optimista. Se não o chamarem do emprego a que concorreu, com certeza vão chamá-lo de outro que até pode ser melhor.
Valor
Fale do que sabe fazer melhor, mencione cursos que tenha feito para além do curso universitário, e fale ainda da enorme vontade de conseguir o emprego a que está a concorrer. A motivação que o entrevistador vir em si é mesmo muito importante.
What ?
Não faça demasiadas perguntas, as que fizer devem vir a propósito e ser pertinentes.
X-man/woman Não se arme em super-herói. Você não é o X-man, portanto mais vale advertir o empregador de uma forma "soft" dizendo-lhe quais são as suas virtudes mas também alguns dos seus defeitos. Ele ficará impressionado com a sua sinceridade.
Yes!
Antes de entrar na sala de entrevista pense que, se tudo correr bem, vai poder dizer um "YES" bem grande, com direito a braço no ar e tudo. Pense no seu percurso profissional para que na hora H tenha todas as respostas na ponta da língua.
Zelo
Se for zeloso só terá a ganhar, o cuidado no que diz é essencial, mas não esqueça que a naturalidade deve sempre ser preservada. Se depois de tudo isto não conseguir o emprego, pense que foi mesmo um azar, não esmoreça e faça tudo de novo! Se possível com o mesmo ânimo!



Entrevistas - O medo de pedir muito ou pouco!

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O medo de pedir muito ou pouco
"E quanto deseja receber? Dê-me um número". Esta é a pergunta «pesadelo» numa entrevista. O que responder? Tem medo de pedir um salário muito elevado e por isso perder a oportunidade de emprego, ou pedir de menos e ficar numa situação menos favorável para si.


A entrevista é um jogo se encarar o entrevistador como um adversário e aquele «período de nervos» como o lugar onde tem de utilizar todas as suas armas para sair de lá vencedor. Entre os vários duelos que se travam, durante uma entrevista, há um específico em que é difícil escolher a arma para se lutar. A ocasião surge quando lhe perguntam pela remuneração que deseja receber. Esta é, talvez, uma das perguntas «pesadelo» e aqui está em jogo o poder da negociação.Para conseguir o salário que deseja, opte por ter uma atitude evasiva. Não revele insegurança, escolha as palavras que vai dizer com calma e siga algumas das nossas ideias para conseguir vencer mais este duelo.



No seu currículo, nunca dê um valor em termos de remuneração, se não lhe pedirem. Antecipar-se a esta situação é correr o risco de o entrevistador colocar na gaveta o seu processo, no caso de não lhe agradar o número que indicou. Por outro lado, também corre o risco de vir a ganhar o que pediu quando a empresa estava disposta a pagar mais. Se lhe pedirem essa informação, escreva a sua expectativa de salário com base nas suas anteriores experiências e nas exigências deste futuro emprego. Pode ainda acrescentar que é um valor negociável.



Se lhe perguntarem sobre o emprego actual e respectivo salário, pondere bem a resposta. Lembre-se de que os empregos são diferentes assim como as funções e, por isso, a remuneração actual não deve ser comparável com a nova função que vai desempenhar no futuro emprego.Dê uma resposta evasiva, referindo que o importante é saber se as suas aptidões são adequadas ao emprego que se candidata e, nesse caso, tem a certeza de que o salário vai ser justo. As suas remunerações anteriores não são tão importantes como as capacidades e experiências que pode oferecer à empresa.



Se o entrevistador lhe pedir uma proposta de remuneração inverta o jogo, ou seja, peça primeiro que ele refira o valor que tem em mente. Há sempre um valor previamente estabelecido e essa informação não é confidencial.Se a resposta for inferior à sua ideia inicial, não tenha medo de referir que estava à espera de uma remuneração um bocadinho superior, na ordem dos XXX (dê um aumento de 10 ou 20 por cento ao valor atribuído pelo empregador). Depois, é negociar com "as cartas colocadas na mesa".



E se o entrevistador lhe responder que fez a pergunta primeiro? Então, tem mesmo de dizer algo. Opte por, em vez de referir um valor, dar uma margem - entre X e Y. E lembre-se de indicar para o valor mais baixo uma remuneração que lhe parece confortável.



Também pode fazer um trabalhinho de casa e, através de uma pesquisa, informar-se sobre a remuneração média atribuída aos colaboradores que exercem as funções para as quais se candidata. Contacte outros profissionais, leia publicações de negócios, etc.



Agora imagine que o entrevistador refere que vai contactar os seus empregadores anteriores para confirmar o salário. Esta situação é quase impensável, mas pode acontecer e, nesse caso, desculpe a sinceridade, mas pense melhor em continuar interessado nesse emprego. A posição do entrevistador é, certamente, intimidá-lo, mas não se esqueça de exigir o mínimo de respeito. Afinal, a sua palavra está a ser colocada em causa.





Entrevistas - As perguntas que deve fazer?

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As perguntas que deve fazer
Não adopte uma atitude passiva. É importante que coloque questões ao entrevistador pois irá mostrar-se interessado e dinâmico. Conheça as nossas sugestões de perguntas.


Quais os planos da empresa para o futuro?


A empresa tem grande rotação de pessoal?


Há possibilidades de evolução dentro da empresa?


Existem benefícios extra? Há a possibilidade de receber acções de formação?


A quem devo responder e quem me deve responder a mim?


O mercado em que a empresa trabalha está a desenvolver-se?


Qual é o horário?


Poderei fazer um curso de valorização nesta área? A


s minhas funções podem, ao longo do tempo, mudar radicalmente?


Vou estar colocado em algum projecto específico?





Entrevistas - Perguntas inevitáveis do entrevistador?

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Perguntas inevitáveis do entrevistador
Estas são algumas das questões que seguramente lhe vão ser colocadas. Prepare-se para elas adequadamente.
Por que é que o havemos de contratar?

Porquê a sua opção por esse curso?


Quais as razões pelas quais concorre a este emprego?


O que sabe sobre a nossa empresa?


Por que é que quer deixar o seu actual emprego?


Também está a candidatar-se a outras empresas?


Como vê a evolução da sua carreira?


Quais os seus pontos mais fracos e mais fortes?


Com que tipo de pessoas tem dificuldade em colaborar?


Prefere trabalhar em equipa ou ser independente?


Prefere um horário das 9 às 7 ou nem por isso?


Consegue imaginar-se numa função de liderança?





Entrevistas - Linguagem corporal

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Linguagem corporal
A primeira impressão

Quando nos encontramos com alguém, pela primeira vez, ficamos sempre com uma determinada impressão dessa pessoa logo no primeiro minuto. Muitas vezes, nas entrevistas, também se confia nas impressões. Não só o seu vestuário mas também a sua postura, o aperto de mão, a pontualidade e até os movimentos dos braços e pernas são avaliados minuciosamente pelo recrutador. Está na hora de dar atenção à sua linguagem não verbal, ela é muito mais importante do que pensa!


A comunicação verbal é feita conscientemente mas o processo da comunicação não verbal é menos transparente. A comunicação não verbal é usada, em parte, de forma inconsciente, embora possamos usá-la também de forma consciente e estratégica. Ouve-se muitas vezes: "Não lhe disse nada mas fiz-lhe sentir claramente que não gostei.".
É principalmente a comunicação não verbal que é responsável pela primeira impressão de uma pessoa. O investigador americano Mehrabian fez uma estimativa da proporção verbal/não verbal do comportamento e concluiu que 55% da mensagem é transmitida via linguagem corporal. Ainda segundo o mesmo estudo, a voz é responsável por 38% e as palavras apenas por 7%!



Projecte essa descoberta numa entrevista e logo perceberá que o que está a dizer não é a única coisa importante. É a forma como fala que determina se vai ser considerado para a próxima volta ou não. A entrevista é, portanto, o momento certo para ter atenção à impressão que dá não verbalmente.



Isto não quer dizer que deva fixar-se no seu comportamento não verbal. Nunca deve exagerar e só daria uma impressão forçada, convém no entanto ter algum cuidado.





Entrevistas - Como vestir-se?

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Como vestir-se
Todas as pessoas se interrogam sobre o que vestir para ir a uma entrevista.

Será mesmo necessário usar fato já que nunca ou raramente o faz?
E será que vai enfiar-se em meias de vidro e uma mini-saia para dar uma boa impressão?
Ou será que o entrevistador aprecia que fique genuína e que se vista como todos os dias?

Não existe nenhuma resposta certa para estas perguntas mas deve apostar num visual cuidado. Desta forma mostra que a entrevista é importante para si e que quer esforçar-se para conseguir o emprego.
Adapte o seu vestuário à empresa onde vai candidatar-se e também ao posto.

O recrutador vai dar mais atenção ao visual e à aparência na medida em que as funções são exercidas fora da empresa.

Seja como for, roupa informal (jeans, calções e T-shirts) esta praticamente sempre fora de questão.
Vista o que vestir, garanta que fica confortável nas suas roupas.

Se não sabe como comportar-se numa mini-saia e sapatos de salto alto, escolha umas calças. Se ficar doido quando usa gravata, deixe-a na gaveta e use uma boa camisa.


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Entrevistas - Como agir?

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Como agir?
Deve ter cuidado com a forma como age numa entrevista. Um especialista em recursos humanos analisa o seu comportamento ao detalhe. Conheça as nossas sugestões. E, é claro, não se esqueça de desligar o telemóvel assim que entra no edifício!


O encontro
Muitas vezes, tem que esperar um pouco até que o entrevistador apareça. Não se levante com um salto quando pensar que é ele que vai entrar. Espere tranquilamente até que lhe dirijam a palavra e levante-se só nessa altura.Também não convém correr para o entrevistador com a mão esticada. Pode parecer excessivamente entusiasta ou desesperado. Espere que o outro tome a iniciativa de lhe apertar a mão.Parecem pormenores e é uma questão de segundos, mas a primeira impressão pode fazer uma grande diferença.



Sentar-se
Deixe passar o entrevistador à frente quando se dirigem para o local da entrevista, a não ser que ele lhe abra a porta a si e faça sinal que pode passar.Geralmente, indicam-lhe um lugar onde pode sentar-se. Se tiver escolha, opte por um lugar de onde possa facilmente ver o seu entrevistador.


De um modo geral, numa entrevista, os interlocutores sentam-se frente a frente. Assim podem olhar directamente um para o outro mas com distância suficiente entre eles para indicar que não é uma conversa íntima entre colegas ou amigos. Pode, de forma natural, olhar um pouco à sua frente. O outro não vai considerar isto muito explícito e ambos vão sentir-se mais e mais rapidamente à vontade.



Postura
A sua postura deve dizer essencialmente: "estou à vontade". Tente andar, sentar-se e estar em pé de forma descontraída. A maioria dos candidatos começa com uma postura bastante recta e contraída. Como estão nervosos, ficam muito direitos na cadeira e encostados às costas. Vai sentir-se mais à vontade à medida que a conversa avança e pode mostrar isto através da sua postura. Deixe-se cair um pouco para trás, mude de posição de vez em quando, faça gestos, incline-se para frente .... Não fique sentado sem se mexer, mas também não exagere!Use as mãos para fazer gestos, para sublinhar coisas ou para ajudar às suas explicações. Muitas vezes, os gestos mostram que o outro se sente à vontade e que está cheio de entusiasmo. Evite, contudo, ser demasiado teatral.



Contacto de olhos
Olhe para o entrevistador, mas não fixe nele o seu olhar, pois pode causar uma sensação desconfortável. Afastar constantemente o olhar também não dá bom resultado, porque pode ser sinal de incerteza, de que tem algo a esconder ou até de que está a mentir.A arte de comunicar é reagir de forma flexível à situação. Tente olhar o entrevistador sempre que achar oportuno e tudo correrá bem.


Se houver vários entrevistadores, convém olhar para cada um mais ou menos em igual medida. Comece com a pessoa que lhe fez a pergunta e, de forma rápida, olhe a seguir para cada um dos outros.


Quando olha para o outro está a trocar impressões. Por isso, de vez em quando, diga que sim com a cabeça. Se inclinar a cabeça um pouco está a dar sinal de que está interessado e a ouvir com atenção.



Sorria!
Uma das primeiras coisas que o entrevistador vê no candidato é o rosto. Portanto sorria quando o cumprimenta, pois dará de imediato uma impressão positiva. Ainda não lhe disse nada e já mostrou que é um prazer encontrar-se com ele e que está entusiasmado.


Durante a conversa sorria de vez em quando, pois se não o fizer dá a impressão de estar stressado e inseguro.


Não exagere! Se sair de lá com dores nas bochechas o recrutador pode pensar que esteve a sorrir para esconder insegurança.


Tenha atenção ao que faz com a cara. Se o entrevistador propuser uma coisa com que não está de acordo, é melhor não levantar as sobrancelhas. Isto pode querer dizer algo como "O quê?" ou "Aha, se as coisas são assim!". Claro que depende da situação porque, se as coisas estiverem a correr bem, uma sobrancelha levantada pode significar que está interessado.



Despedir-se
Despeça-se descontraidamente, sem se mostrar demasiado ansioso. Não pergunte quando o irão contactar, refira apenas que aguarda então um contacto.




A entrevista

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A entrevista
É nas entrevistas que tudo se decide. O seu CV pode ser fantástico e o seu perfil o procurado pela empresa, mas se a entrevista corre mal dificilmente ficará com o emprego. Saiba como deve agir numa entrevista e como estar preparado para as perguntas mais complicadas.

Pontualidade
Chegue sempre a horas para a entrevista. Se fizer esperar o seu potencial empregador logo no primeiro contacto, ele pode concluir que não é muito importante para si ou que é uma pessoa desleixada.

Uma boa desculpa para o atraso
Se chegar atrasado, deve ter uma desculpa muito boa para justificar o seu atraso. Um engarrafamento ou uma morada difícil de encontrar são desculpas esfarrapadas. Quando se vai a uma entrevista de candidatura é suposto contar com circunstâncias imprevistas e estar preparado, e com tempo, para elas.Se mesmo assim chegar atrasado, peça desculpa mas não exagere. Há candidatos que chegam 5 minutos atrasados e que ficam 15 minutos a pedir desculpa.

Chegar cedo não é boa ideia
Chegar muito cedo também não é a melhor opção porque está a ser um peso para a recepcionista e vai parecer demasiado ansioso. Se fez mal as contas, vá dar mais uma volta ou tomar um café e nunca beba álcool. Um copo de vinho ou de cerveja pode ter um efeito relaxante, mas também efeitos nefastos no hálito a na imagem com que o entrevistador vai ficar de si.

Frio e calor
Se estiver muito frio e chegar cedo, aproveite para aquecer tranquilamente as mãos. Assim não vai ter que cumprimentar o entrevistador com uma mão gelada.Também no meio de uma onda de calor convém chegar cedo. Pode usar o tempo extra para ir à casa de banho lavar as mãos e refrescar-se. Assim evita um primeiro contacto com uma mão suada e pegajosa.

O grande momento do dia
Faça da entrevista o momento principal do dia. Ou seja, disponibilize tempo e não marque outros encontros perto da sua entrevista que o façam estar a olhar constantemente para o relógio. Não ficaria bem e o seu nervosismo iria transparecer.