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domingo, 9 de dezembro de 2007

Guia da legislação do trabalho

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Você apresentou a sua candidatura, atravessou todo um processo de selecção, compareceu a múltiplas entrevistas e, finalmente foi-lhe comunicado que o lugar era seu. Parabéns!

Não pense, porém que o seu processo de contratação está concluído, muito pelo contrário.
Para além do pacote financeiro que lhe foi proposto na entrevista, há um conjunto de pormenores legais para o qual qualquer Candidato deve estar atento.
Há no essencial dois tipos de contrato que o seu futuro empregador lhe poderá propor: a prazo e sem prazo.
Provavelmente este aspecto já lhe terá sido referido no decorrer da entrevista, mas se o não foi não hesite em esclarecer esse ponto.
Contratos a Termo
De entre os contratos a prazo, os mais frequentes são os chamados contratos a termo certo, em que se sabe quanto tempo dura o contrato (na prática está generalizada uma duração que pode variar entre os 6 e os 12 meses) e o dia exacto em que termina. Há também contratos a termo incerto, em que a duração do contrato não é conhecida; é o que se passa com quem é contratado para substituir um trabalhador que está de baixa por doença, por exemplo.Os contratos a prazo, que deveriam ser limitados a situações de excepção, acabaram por se transformar num instrumento normal de contratação de pessoal para satisfação de necessidades permanentes das empresas e das organizações, quando, em rigor, a lei apenas os permite para um conjunto de situações muito específicas, das quais passamos a referir as mais importantes.Algumas são claras e simples de perceber:
Empresas recém criadas (Início da laboração)



Primeiro emprego
Actividades sazonais (por exemplo, as relacionadas com o turismo)
Trabalhos de construção civil e obras públicas Para além destas, é ainda permitida a contratação a prazo nos seguintes casos:
Acréscimo temporário de trabalho da empresa
Acréscimo excepcional de trabalho da empresa O contrato a termo só é válido se for celebrado por escrito, de contrário, se, por exemplo, o seu patrão lhe disse que "só iria precisar dos seus serviços por algum tempo" e não chegaram a assinar nenhum contrato, então considera-se para todos os efeitos existir um contrato sem termo.
RenovaçõesOs contratos a prazo podem ser renovados por duas vezes e a sua duração não poderá exceder os três anos (2 anos nos casos de lançamento de nova actividade de duração incerta e de início de laboração da empresa).
A entidade patronal é livre de renovar ou não o contrato prazo. Não pretendendo renovar, deverá comunicar essa intenção por escrito ao trabalhador com uma antecedência de 8 dias.
A não renovação do contrato confere ao trabalhador uma compensação de 3 dias de remuneração base por cada mês completo de trabalho.



Período experimental


Mesmo nos contratos a prazo, há um período de tempo em que qualquer das partes pode dar o contrato por terminado, sem ter de apresentar qualquer justificação ou pagar qualquer tipo de compensação. O período experimental é de 30 dias, sendo porém reduzido a escrito no caso de contratos com duração não superior a seis meses.



Férias


Se o seu contrato tiver uma duração inferior a um ano, terá então direito a dois dias úteis de férias por cada mês completo de serviço, de contrário aplica-se o regime de férias dos trabalhadores contratados sem termo. Durante o período de férias o trabalhador recebe a dobrar, ou seja, não comparece ao trabalho e recebe o salário habitual mais o subsídio de igual valor.



Contratos Sem Termo
Se o contrato a prazo é por natureza um vínculo precário, por regra os contratos de trabalho são de duração indeterminada, conferindo assim maior estabilidade ao trabalhador, que assim poderá manter o seu emprego até à idade da reforma.
Período experimental


Este é certamente um dos aspectos mais importantes a ter em conta pelo trabalhador no momento da sua contratação.
O período experimental serve para ambas as partes, trabalhador e empregador, avaliarem directamente pela experiência vivida no dia-a-dia da relação profissional, se o trabalho corresponde às expectativas do trabalhador e se, por outro lado, o trabalhador corresponde às expectativas do empregador.
Pode muito bem suceder que alguém altamente qualificado ou recomendado, manifeste uma total incapacidade para o desempenho das funções para que foi contratado.
Também o trabalhador se pode enganar relativamente aquelas que eram as suas expectativas para o novo emprego, concluindo, por exemplo, pela existência de um péssimo ambiente de trabalho.
A Lei dá assim a empregadores e trabalhadores, um período de tempo em que qualquer um deles se pode desvincular sem alegar motivo justificativo ou cumprir qualquer tipo de aviso prévio e em que também não haverá direito a qualquer indemnização.
Tenha em atenção que o período experimental existe mesmo que no contrato nada tenha sido escrito nesse sentido.É que, para existir, o período experimental não tem de constar do contrato de trabalho, se o contrato nada disser em matéria de período experimental, entende-se que este terá a duração prevista na Lei e que varia entre 60 ou 90 dias, para a generalidade dos trabalhadores (em função do número de trabalhadores) e 180 a 240 dias, para funções de maior complexidade técnica e responsabilidade, ou para lugares de direcção.
Recomendações práticas, sobre o período experimental.


Suscitar a questão do período experimental ao seu futuro empregador, poderá não ser fácil, existe sempre o receio de que ao levantar essa questão o trabalhador esteja, no fundo, a revelar alguma falta de confiança nas suas capacidades.
Tudo depende, em ultima análise, da sua capacidade negocial. Se tem já um bom emprego e está razoavelmente satisfeito, não deverá ter grandes problemas em explicar aos seus futuros patrões que não quer um período experimental, até porque se estão interessados em si é porque lhe reconhecem à partida as qualidades necessárias para o lugar.
Se pelo contrário, está desempregado ou desesperado para mudar de emprego, então o melhor será mesmo não levantar a questão e contar à partida com um período, que pode variar entre 60 a 240 dias conforme o grau de responsabilidade e o tipo de funções que vai exercer e durante o qual poderá ser mandado embora sem direito a qualquer indemnização.
Fique também a saber que para afastar o período experimental não basta uma garantia verbal do seu futuro empregador, terá necessariamente de constar do contrato uma cláusula nesse sentido.
O mesmo se aplica à redução do período experimental, que é possível mas deverá constar de cláusula escrita.
O que a entidade patronal já não poderá fazer é ampliar a duração do período experimental para além dos prazos fixados na Lei ou em convenção colectiva.



Horário de trabalho


Estudos recentes demonstram que o horário de trabalho deve reflectir o número de horas diário adequado a um saudável equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
Actualmente o período normal de trabalho não pode ultrapassar as 8 horas por dia e as 40 horas semanais.
Férias


Os trabalhadores contratados sem termo gozam de 22 dias úteis de férias, que se reportam sempre ao trabalhado prestado no ano anterior.
Por isso, quem muda de emprego não tem direito logo no primeiro ano aos 22 dias úteis de férias.
Se vai começar a trabalhar no primeiro semestre do ano (até finais de Junho), tem direito a gozar 8 dias de férias, mas só depois de cumpridos 60 dias de trabalho efectivo.
Se iniciar o seu contrato no segundo semestre, só terá direito a férias no ano seguinte e terá primeiro de cumprir seis meses de trabalho.
Recomendações práticas, em matéria de férias no novo emprego.Independentemente dos seus direitos, poderá negociar com o seu novo empregador (especialmente se vai mudar de emprego perto dos meses de Verão) mais férias para além daquelas que a Lei lhe confere, se por exemplo entrou em finais de Maio, poderá propor que para além dos 8 dias úteis a que tem direito, a empresa o autorize a faltar dois dias, ficando assim com a possibilidade de gozar duas semanas de férias. Claro está que não vai ganhar esses dois dias a dobrar.



Salário


Importante aspecto de qualquer contratação, é o salário, ou remuneração.
Numa sociedade cada vez mais competitiva, é frequente as empresas procurarem cativar os melhores profissionais, mediante a oferta de pacotes salariais mais ou menos atractivos.Atribuição de viatura de serviço, com despesas de gasolina, seguros e manutenção incluídos, telemóveis, cartões de crédito para despesas de representação, seguros de saúde, viagens em classe executiva e até, em alguns casos, pagamento de despesas de educação, constituem fringe benefits praticados por muitas empresas.
No entanto, se esse não for o seu caso, poderá contar com uma proposta de remuneração mista, composta por uma parte fixa e outra variável.
Uma das formas mais usuais da componente variável da retribuição são as comissões, que representam um incentivo à produtividade e constituem uma contrapartida de especial empenho do trabalhador na execução das tarefas que lhe estão cometidas.Como parte integrante da retribuição deve ser considerada para o cálculo do subsídio de férias e da retribuição devida durante o período de férias.
Do ponto de vista fiscal as comissões têm tratamento idêntico ao da parte fixa da remuneração e devem ser igualmente consideradas base de incidência para efeitos de cálculo das contribuições a pagar à segurança social.
Também pode acontecer que no seu contrato esteja contemplado um prémio de produtividade, destinado a valorizar o rendimento do trabalho. Nesse caso, deve ter presente que este tipo de remuneração tem carácter aleatório e, como tal, pode vir a ser retirado pela empresa.


NOTA: O Conteúdo deste artigo é meramente informativo e a sua leitura não substitui a consulta da legislação


Fonte:"http://www.stepstone.pt"

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Cultura adequada?

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Ajuste os seus valores aos do seu empregador
Na busca pela próxima geração de empregados, muitas empresas estão a dar menos importância às qualificações e mais às atitudes e valores. A lógica por trás disto, é que as capacidades necessárias podem ser ensinadas mas a atitude e os valores são mais difíceis de mudar. Por isso, deve dar mais atenção a como é que a sua atitude e valores, se "ajustam" aos dos potenciais empregadores, quando procura um novo emprego.


Os negócios são criados em torno de "tribos"
De acordo com o Dr. Peter Hagström, do Instituto de Negócios Internacional da Escola de Economia de Estocolmo, as empresas começaram a criar "tribos organizacionais" - grupos de pessoas reunidas em torno de valores comuns - para ajudar a desenvolver a cultura da empresa. Ele acredita que a necessidade de valores comuns é o resultado de uma ênfase crescente da diversidade do local de trabalho. Promover a diversidade, num local de trabalho orientada no sentido de grupo, pode resultar num choque cultural, se pessoas de diferentes origens são atiradas para o grupo. Como tal, torna-se importante, diz Hagström, encontrar um factor que leve ao "sentimento nós", a fim de que os empregados tenham um conceito comum daquilo que a empresa defende.
Um exemplo de comportamento tribal, é a agência Americana de marketing Zipatoni, que cria a cultura da empresa em torno de piadas, tais como colocar pernas de manequins nos cubículos dos quartos de banho para fingir que eles estão ocupados. Se não gosta deste tipo de humor, não iria gostar de trabalhar para esta empresa. O objectivo, diz Hagström, é que piadas requerem criatividade, percepção e empatia (os bons brincalhões sabem até onde podem ir), que são exactamente as qualidades que a empresa procura nos seus consultores.



Encontre o seu nicho


Para aumentar as suas possibilidades quando está à procura de emprego, deve dar atenção ao facto de procurar uma empresa que tenha uma cultura que se ajuste à sua personalidade.
Peter Drucker, um dos mais mundialmente respeitados gurus no campo da gestão, sugere no seu livro Managing Oneself, que aqueles que andam à procura de emprego, devem dar atenção especial aos seus valores pessoais e até que ponto são compatíveis com os dos potenciais empregadores. Por exemplo, se você dá valor a estabilidade a longo prazo, não iria sentir-se bem numa empresa cujos objectivos são a curto prazo. Ao pensar naquilo que quer, você pode, de acordo com Drucker, encontrar o seu nicho.
Fazer um estudo sobre as empresas das quais recebe ofertas de trabalho, também é recomendado pelas especialistas norte-americanas em carreiras profissionais, Marcia Harris e Sharon Jones, autoras de The Parent's Crash Course in Career Planning. Elas recomendam, que recolha informação tanto sobre o emprego em oferta, como da empresa no seu conjunto. Para além de obter a declaração oficial da empresa, deveria também conversar informalmente com pessoas que trabalham na empresa, e procurar na Internet relatórios e análises sobre ela. Não necessita de compreender exactamente toda a informação financeira para ficar com uma boa ideia de como a empresa opera. O perfil da empresa que obtiver, dar-lhe-á uma boa ideia da história da mesma, da sua reputação, estratégia de crescimento, liderança, objectivos e filosofia.



Uma solução vencedora


Ninguém quer estar num emprego que não gosta e as empresa sabem que empregados insatisfeitos, são empregados não produtivos. O beneficio, para ambas as partes, é que, ao dar atenção à atitude e aos valores, o processo de recrutamento pode tornar-se mais eficiente e o local de trabalho um ambiente mais recompensador.


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Saltar de emprego em emprego

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Saltar de emprego em emprego

– mudar de empregos com regularidade para promover os interesses pessoais da sua carreira

– tornou-se uma das tendências mais significativas da nova economia. No entanto, muitas pessoas ainda questionam até que ponto isso é aceitável.

Apesar de o ajudar a desenvolver a sua carreira, arrisca-se a adquirir a reputação de não ser confiável ou de ser mercenário.

Em França, uma pesquisa sobre atitudes empresariais em 2000 conduzida por um instituto de emprego (Association Pour l’Emploi des Cadres) concluiu que dos 3,000 directores entrevistados, 33 por cento planeavam deixar as empresas em que trabalhavam dentro de um ano.



Algumas empresas no sector das TI informaram que a rotação de pessoal chega a atingir 45 por cento num período de seis meses.



Isto é uma grande mudança para um país como a França, onde se considerava precipitado mudar de emprego mais do que uma vez em cada seis ou sete anos.



Num passado não muito distante, as empresas francesas, e a administração pública em particular, tinham a lealdade em alta estima e os sindicatos poderosos trabalhavam no sentido de promover a segurança no trabalho.



O que é que mudou?



Saltar de emprego em emprego está para ficar



Uma explicação clássica para saltar de emprego em emprego é que um período temporário de grande oferta de trabalho, dá às pessoas uma variedade mais alargada e atractiva de opções e reduz o risco de desistir. No entanto, há boas razões para acreditar que o que se está a passar no mercado de trabalho francês, a no resto da Europa, é mais permanente.



Os desenvolvimentos da nova economia criaram uma procura para trabalhadores móveis. Na indústria de TI nos EUA, o período de estabilidade no emprego para trabalhadores a tempo inteiro não é mais do que 13 meses.



De acordo com o especialista de carreiras Bob Weinstein, saltar de emprego em emprego tornou-se tão vulgar nas indústrias associadas com as TI que, não mudar com alguma regularidade pode prejudicar o desenvolvimento da carreira profissional.



Por exemplo, um período de longa estabilidade laboral pode dar imagem de falta de iniciativa, criatividade inadequada ou falta de vontade de tentar coisas novas. A actual tendência de saltar de emprego em emprego, também passa a ter que ver com a forma como as grandes empresas se organizam.



Estruturas hierárquicas associadas com a velha economia, ofereciam um leque de oportunidades para progressão dentro das organizações.



No entanto, se trabalha numa moderna organização de estilo "plano" tem mais probabilidades de se encontrar bloqueado, sem ter para onde subir. Para desenvolver a sua carreira o mais certo é que tenha que olhar para outro lado. Risco de que o tiro saia pela culatraSaltar de emprego em emprego está-se a tornar cada vez mais aceitável em mais e mais sectores, à medida que o aumento de empregos relacionados com tecnologia tem também impacto noutras áreas.



No entanto, não há regras e em muitos casos um historial de saltar de emprego em emprego pode não ser visto positivamente. Muitos empregadores franzem as sobrancelhas àqueles que saltam de emprego em emprego se acreditarem que só o dinheiro os motiva. Outros podem ver aqueles que saltam de emprego em emprego como um sinal de que é difícil ao candidato relacionar-se com os colegas de trabalho.



Os empregadores têm mais tendência para ignorar estas preocupações quando não se podem dar ao luxo de serem muito selectivos, mas noutras circunstâncias eles hesitam quanto a empregar pessoas que eles vêem como mercenários ou inadaptados.



Em áreas onde a confiança e lealdade são muito valorizadas, os que saltam de emprego em emprego mantêm-se definitivamente como um não. Em engenharia, por exemplo, os empregadores querem um compromisso com projectos que podem levar anos até à sua conclusão.



Em geral, se o candidato está à procura de um emprego que requer um longo período de treino – e como tal um alto investimento por parte do empregador – terão que promover algum tipo de garantia de que se podem comprometer por um período mais longo. Um historial de saltar de emprego em emprego definitivamente prejudicará a sua capacidade de arranjar emprego.Conselhos para os que saltam de emprego em empregoSe você é um activo saltador de empregos, tem que se apresentar com cuidado a potenciais empregadores.



Se quer saltar em vez de tropeçar, tenha presentes os seguintes conselhos:
Apresente-se de forma a convencer potenciais empregadores de que tem estado conscientemente a adquirir experiência e a desenvolver as suas capacidades. Isto ajuda a eliminar a suspeita de que você está somente atrás de um salário alto e status.
Vincule ao seu anterior comportamento de saltar de emprego em emprego, experiências valiosas que tenha adquirido.
Pense naquilo que o motiva. Tem um plano a longo prazo de desenvolvimento da sua carreira?
Tente deixar anteriores empregos em bons termos. Explique a sua decisão ao seu chefe e termine satisfatoriamente os projectos que se encontravam a seu cargo.
Nunca critique o seu empregador anterior. Centre a sua atenção nos aspectos positivos da empresa a que está a concorrer em vez das razões porque deixou empregos anteriores.Saltar de emprego em emprego pode ser uma estratégia de carreira positiva, mas tenha em atenção que se não for apresentada correctamente, pode prejudicar as suas oportunidades de emprego.



Fonte:"http://www.stepstone.pt"

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Máximas do sucesso

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"O trovão é magnífico. O trovão é impressionante. Mas o relâmpago é que dá luz." Mark Twain



"Não basta dizer ‘estamos a fazer o melhor que podemos’. Temos de conseguir fazendo o que for necessário." Winston Churchill



"Tenta não te tornares um homem de sucesso, prefere antes ser um homem de valores." Albert Einstein "Assume riscos calculados. Isso é muito diferente de ser imprudente." George Patton






"Uma ‘onça’ de acção é mais valiosa do que uma tonelada de teoria."Friedrich Engles "O segredo do sucesso está em saber algo que mais ninguém sabe."Aristotle Onassis



"Ganha-se força, experiência e confiança com quaisquer acontecimentos que nos obriguem a parar e a olhar o medo de frente… Deve-se fazer aquilo que não se consegue fazer."Eleanor Roosevelt



"Nunca deixes as tuas memórias serem maiores que os teus sonhos."Doug Ivester (President da Coca Cola)





"I suppose leadership at one time meant muscles; but today it means getting along with people." Indira Gandhi "As melhores ideias vêm das anedotas. Torna o teu pensamento o mais divertido possível."David Ogilvy, CEO da Ogilvy & Mather



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Ponha a Net a trabalhar para si

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Ninguém disse que arranjar emprego é uma tarefa fácil.

Com os actuais progressos tecnológicos, contudo, tornou-se possível procurá-lo sem ter de virar o dia a dia do avesso. Até há pouco tempo, escolhia-se a melhor roupa e, de currículo em punho e sorriso permanente nos lábios, partia-se à busca.



O mais frequente era voltar para casa, ao fim do dia, sem conseguir mais que uma boa dor de cabeça e uns pés bem doridos.



Embora a Internet não substitua completamente o calcorrear tradicional da luta pelo emprego, permite, no entanto, algumas incursões. E tudo o que temos de fazer é pegar numa caneta e numa chávena de café, enquanto iniciamos a nossa busca confortavelmente sentados à secretária.



Um currículo pode ser enviado por e-mail a milhares de empregadores, poupando tempo e dinheiro valiosos.



Muito melhor ainda é entregar essa tarefa a uma equipa especializada.



Dado que a publicidade na Internet é muito mais barata que nos media tradicionais, muitas empresas estão a voltar-se para os consultores de recrutamento online para publicitar as suas vagas, sobretudo se procuram um candidato com conhecimentos de informática.



As Agências de Recrutamento abundam na Internet.



Só na Grã-Bretanha, o Web site dos Serviços da Federação de Recrutamento e Emprego, regista 4.700. Como os custos e as despesas gerais são relativamente baixos, empresas como a Stepstone puderam especializar-se em contactos com milhares de empregados de primeiríssima qualidade. O sucesso deste novo serviço advém do facto de oferecer benefícios sem precedentes, quer aos empregados quer aos empregadores.



Para quem procura emprego, o acesso a uma base de dados de vagas pode, num instante, dar a conhecer o mercado de trabalho de um determinado país ou sector. Dada a velocidade e o efeito instantâneo da Web, quem procura trabalho através de uma agência on-line fica imediatamente colocado na linha da frente de qualquer novo emprego: um e-mail de alerta, zunindo pela Rede, aterrará em poucos minutos, seguro, no seu computador. Do mesmo modo, também as empresas têm acesso a quaisquer currículos disponíveis, que podem examinar pormenorizadamente.




Com a abundância de informação espalhada pelo mundo, disponível na ponta dos seus dedos graças à Internet, não existe desculpa para confundir uma empresa do Belmiro de Azevedo com os Laboratórios Azevedo.



A Web oferece a possibilidade, sem paralelo, de nos informarmos devidamente sobre qualquer empresa antes de enfrentarmos uma entrevista. A maioria das firmas, percebendo o potencial explosivo da Internet, tem o seu próprio Web site — muitos com áreas de notícias que permitem ficar a conhecer os últimos lançamentos de produtos, e secções incorporadas que ajudam a compreender a estratégia e a colocar as questões certas. Se não conseguir encontrar a empresa que procura, utilize um dos muitos motores de pesquisa da Internet.



"Alltheweb.com" é rápido e exacto e, como o nome indica, cobre "toda a Web". "Askjeeves.com" (aj.com) também é excelente — basta uma simples questão como "Who is Ford’s biggest competitor?" (Quem é o maior concorrente da Ford?) e logo lhe será fornecida uma diversidade de sites à escolha, utilizando diferentes motores de pesquisa. Nesta altura, muitos de vós estarão a pensar — contestando o que foi dito —, que a melhor fonte de informações sobre empregos ainda continua a ser os amigos e os conhecimentos pessoais.



Mas, precisamente, nós concordamos — e acrescentamos mesmo que, também neste aspecto, a Web poderá ajudá-lo.



Existe uma zona movediça na Internet conhecida como newsgroups. Diga-se, em abono da verdade, que entre os 30.000 fóruns de discussão há alguns bastante obscenos, que se dedicam apenas a satisfazer gostos perversos e muitas vezes ilegais. Mas os newsgroups também lhe permitem entrar em contacto com dezenas de milhares de pessoas influentes em todo o mundo. Lembre-se que quando se liga a um newsgroup — experimente "dejanews.com" — tem de ser específico acerca dos seus objectivos.



Procure o campo que mais lhe interessa — e apresente duas perguntas/questões inteligentes. Embora os seus novos "contactos" possam não ter o emprego perfeito para si, se participar nas discussões e mostrar entusiasmo — exactamente como na vida real — eles poderão "apresentá-lo" a alguém que o possa ajudar. Esta é a melhor altura para estar ligado à Internet: ISPs grátis, que proliferam como cogumelos depois da chuva; baixo custo das chamadas locais devido à feroz competição entre as companhias telefónicas. Se tem a certeza de que este é o momento ideal para progredir na sua carreira, pense em como a Web o pode ajudar.



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Restruture o seu CV em torno da sua experiência

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A velocidade a que as pessoas mudam de empregos na nova economia, aumenta constantemente.

De acordo com a latimes.com, que controla as últimas tendências em Silicon Valley, isto tem afectado a forma como os empregadores avaliam a sua experiência.


Hoje em dia, a experiência em projectos é mais importante do que a carreira profissional.


Os empregadores procuram pessoas que tenham trabalhado em projectos desde a sua concepção até ao seu lançamento e, ao fazê-lo, demonstraram as capacidades de flexibilidade que muitas empresas valorizam hoje em dia.



Como candidato, você tem que reagir à mudança de foco de atenção dos recrutadores.


Em vez de apresentar um CV em estilo clássico e cronológico - estruturado em torno das datas de emprego e dos cargos exercidos - tente estruturar o seu CV em torno dos projectos mais importantes em que participou.


Isto é particularmente importante se trabalhou a contrato ou em empregos em regime temporário. Pode até tentar "promover-se" através dos projectos e experiências que achou mais enriquecedores.


Ao usar o seu CV para promover a importância dos projectos de que mais gostou, aumenta as possibilidades de encontrar trabalho semelhante no futuro.





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A carta de apresentação

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As cartas de apresentação são o primeiro contacto pessoal que um potencial empregador tem consigo; assim, nelas deve tratar estritamente de negócios, embora deixando "passar" algo da sua personalidade.


Diferentes Tipos de Cartas de Apresentação
Carta resposta a um anúncio específico de emprego.
Carta prospectiva/carta de referência.
Carta de agradecimento (depois da entrevista)
Carta posterior a uma recusa de emprego Embora cada carta tenha o seu objectivo particular há alguns prós e contras gerais.
Envie a sua carta a uma pessoa específica e certifique-se de que essa é a pessoa certa. Se não sabe o nome do Chefe de Pessoal (se for o caso), telefone e pergunte.


Seja profissional.
Não use papel colorido, embora possa imprimir à carta o seu estilo pessoal.
Não se esqueça de pedir a outra pessoa para a ler.
Imprima a sua carta, excepto se o anúncio especificar que deve ser escrita à mão.



1. Resposta a um Anúncio
É a carta mais comum e mais directa.
Uma vez que é acompanhada pelo seu currículo deve ser curta e concisa; não necessita de repisar todos os passos da sua vida académica e/ou profissional. Comece por dizer onde viu o anúncio e porque quer o emprego.
Faça coincidir três ou quatro itens com as qualidades requeridas no anúncio, utilizando tanto quanto possível as mesmas palavras e frases.
Mostre algum conhecimento acerca da empresa. Por ex: "Penso que a minha experiência no sector bancário alemão seria útil no que toca ao planeamento da vossa expansão pela Europa (como referido na reportagem publicada no Financial Times de 1 de Fevereiro 1999)"
Junte uma fotografia — isso ajudará a entidade patronal a lembrar-se de si. Se o assunto vier referido no anúncio será preferível dizer que as suas exigências salariais estão abertas a negociação, do que colocar-se, à partida, fora da corrida.


2. Carta Prospectiva
Existe um crescente número de empregos que nunca é publicitado — são preenchidos internamente ou por intermédio de uma rede de contactos.
Sendo este o caso, enviar uma carta prospectiva pode trazer alguns resultados surpreendentemente positivos. Escreva sempre ao chefe do departamento em que deseja vir a trabalhar e diga porque escolheu aquela empresa. Se escreve dando alguém como referência, ponha o nome dessa pessoa em primeiro lugar: "Procuro alargar a minha experiência de trabalho numa firma de bens de consumo rápido e ……… sugeriu que o Senhor seria a pessoa ideal para eu contactar". Desperte o interesse por si realçando as áreas que domina melhor. Não pressione. Embora gostasse muito de vir a trabalhar para a empresa X está consciente de que seria uma coincidência haver lá vagas, exactamente na área que procura, mas que espera que quando tal acontecer se lembrem da sua disponibilidade. Peça conselhos acerca da evolução da sua carreira. Afinal, eles são os peritos da área. Com isso, estará também a criar um lastro que lhe permitirá, com um certo à-vontade, voltar a entrar em contacto.


3. Carta de Agradecimento
Pouco valorizadas, podem fazer maravilhas, criando a oportunidade de ser convidado para uma segunda entrevista ou mesmo de ser repescado para o lugar. Seja simples quando escrever essa carta. Agradeça pelo tempo que lhe dispensaram. Foi uma oportunidade de se ficarem a conhecer melhor.Relembre ao seu entrevistador as suas principais capacidades e refira algo com que este tenha ficado particularmente impressionado durante a entrevista. Termine num tom positivo. Repita a fórmula da sua carta de candidatura e as razões pelas quais é a pessoa mais indicado para o lugar.


4. Carta Pós uma Recusa de Emprego
Embora a última coisa que lhe apeteça seja responder positivamente a alguém que acaba de recusar a sua admissão para um determinado lugar — os conhecimentos que essa pessoa tem da sua performance podem ajudá-lo em futuras entrevistas.
Não mostre ressentimentos. Embora seja perfeitamente aceitável expressar o seu desapontamento. Afinal de contas, você estava convencido de que era o candidato ideal...A menos que tenha sido óbvia a antipatia do entrevistador para consigo, tem um excelente pretexto para perguntar porque é que a sua proposta foi recusada. Não têm obrigação de lhe responder mas se lhes pedir que o ajudem na orientação da sua carreira… o elogio poderá ajudar.



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Dez dicas para o CV perfeito

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1. Seja simples

Um currículo não é mais do que a descrição resumida da sua história académica e profissional. Utilize-o para chamar a atenção sobre as suas potencialidades, sem se perder demasiado em pormenores que dificultem a leitura.Poderá sempre dar explicações mais detalhadas quando o convidarem para uma entrevista.



2. Estilo empreendedor

Recorra o mais possível a verbos activos, por exemplo: alcançar, iniciar, administrar, realizar, ser responsável por, dirigir.Apresente os seus mais importantes sucessos profissionais um a um, em pontos separados. Utilize frases curtas e concisas. Evite os parágrafos longos.



3. Inversão cronológica
Comece pelo emprego actual e recue cronologicamente, não se esquecendo de incluir o nome e o país de origem das entidades para quem trabalhou; assinale sempre, nas datas, o princípio e o fim do período de tempo a que se referem; mencione sempre o seu cargo nas empresas e faça uma breve descrição das mesmas, acrescentando as realizações pessoais que considere pertinentes. Se está à procura do primeiro emprego, registe qualquer primeira experiência de trabalho RELEVANTE, quer tenha sido remunerada ou não.



4. Molde o seu currículo à empresa
As entidades patronais reconhecem a milhas um currículo enviado em série. Assim, por exemplo, se se candidata a um emprego em Informação Tecnológica assegure-se que a enfâse é dada aos seus trabalhos realizados nessa área.



5. Seja honesto
Mentir é uma perda do seu tempo e do tempo do seu potencial empregador. Acrescentar seis meses à sua permanência num emprego pode parecer uma boa ideia, mas se for apanhado nessa mentira terá decerto perdido a nova oportunidade. Mas não se menospreze. Se pensa que os três Verões que passou a fazer trabalho voluntário no estrangeiro podem mostrar o seu conhecimento de um determinado país e cultura — escreva-o no seu currículo.



6. Educação
Dê a devida relevância aos objectivos que conseguiu alcançar durante os seus estudos — a não ser que esteja há mais de dois anos no mercado de trabalho. Capitão de equipa, representante da associação de estudantes, cenógrafo de uma peça levada à cena na Universidade, tudo isso demonstra que é entusiasta e tem espírito de iniciativa.



7. Não escreva testamentos
Tente escrever o seu currículo numa só página com uma folha em anexo para referências. Se não couber tudo, não reduza o corpo de letra. Qualquer dificuldade de leitura levará o seu potencial patrão a pôr de lado o seu currículo .



8. Atenção à ortografia
Erros tipográficos e gramaticais significam que o seu currículo vai directamente para o arquivo geral. Nenhuma empresa quererá empregar alguém que nem se deu ao trabalho de rectificar o seu próprio currículo. Não confie na correcção automática do seu computador, leia-o você mesmo.



9. Um olhar de fora
Uma pessoa de fora é muito útil para localizar erros ou dar sugestões. Uma vez que se trata do seu próprio currículo, e já o leu três ou quatro vezes, será difícil distanciar-se e olhar para ele com objectividade. Nunca tente começar e acabar o seu currículo de uma assentada — volte sempre a lê-lo ao fim de dois dias. 10. As referências Confirme as suas referências antes de as acrescentar ao seu currículo. Nada pior do que usar o nome de alguém que já não pode ser localizado na morada indicada ou que tem quaisquer ressentimentos contra si. As melhores pessoas para se usar como referências são o seu actual patrão, ou um professor do liceu ou da universidade – alguém que saiba como você reage em ambiente de trabalho.

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Como redigir o CV

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Como redigir o CV
O objectivo do seu CV é, em primeiro lugar, "vendê-lo" a si e às suas capacidades face a uma futura entidade patronal. Basicamente, as empresas querem um currículo que especifique o que o Candidato sabe fazer, que lhes permita compreender de que forma ele/ela será útil para a empresa e porque é que se hão-de dar ao trabalho de o/a contactar.

Tradicionalmente, o CV inclui a formação, experiência e as capacidades específicas para executar o trabalho a que se candidata. Em seguida, deverá expressar o seu potencial para futuros êxitos, tendo em consideração os já alcançados.


Pense no CV como um resumo escrito, não como uma autobiografia. Se tudo estiver em conformidade, terá com certeza ocasião para ir a uma entrevista dar conta dos pormenores da sua formação.



Independentemente da estrutura que utilizar, siga sempre estas regras:
Seja simples e não sobrecarregue o seu CV com factos irrelevantes
Escreva-o de um modo devidamente legível e sem erros
Evite as cópias de má qualidade
Seja honesto
Comece cada ponto com verbos que indiquem determinação, tais como: alcançar, ganhar, aprender, servir, arranjar, encorajar, etc.
Especifique onde pode ser contactado A ordem mais comum dos elementos básicos num Curriculum Vitae é a que se segue:
IdentificaçãoInclui o seu nome, morada e contactos - telefone, telemóvel, e-mail.
Mini-perfil pessoalSe o deve ou não incluir é uma decisão sua.
Educação Veja exemplos no final.
Experiência de trabalho
Comece primeiro pela sua posição mais recente
Inclua empregos a tempo inteiro ou em part-time e trabalho voluntário
Inclua exames académicos, locais de trabalho
Nas datas assinale o princípio e o fim
Use tópicos para registar objectivos alcançados, capacidades e deveres (os tópicos não têm pontuação final e deve usar no máximo seis numa lista)





Actividades e Prémios


Registe os prémios profissionais, académicos, comunitários ou associativos; linguagens de computador ou software. Se tem mais do que um tópico num determinado campo, por ex: a música ou desporto, acrescente subtítulos para ser lido com mais facilidade.



Referências:


Apresente-as numa folha à parte e deixe esse elemento de fora do seu currículo. Se escrever "disponível quando solicitado" garanta que as pessoas que deu como referência estão mesmo disponíveis!



A Entrevista
1. Questões que lhe podem ser colocadas
Fale-me de si.
O que pretende fazer?
Porque quer trabalhar neste campo (trabalho, firma)?
O que sabe da nossa empresa?
Porque estudou ................ na Universidade?
Qual foi a sua área favorita? Porquê?
O que é mais importante para si, o salário ou o próprio emprego?
Diga-me as duas ou três realizações que lhe tenham dado maior satisfação. Porquê?
Que contribuições poderá trazer para este emprego (departamento, empresa…)?
Como resolveu uma grande crise ou um grande problema?
O que gosta de fazer nos seus tempos livres?
Tem disponibilidade de deslocação?
Porque é que foi para a Universidade .........(X) ?
Fale-me acerca do seu melhor professor.
Por quem mais vai ser entrevistado?
Quais são as suas expectativas salariais?
Gostava do seu emprego anterior? Porque saíu?
Quais são os seus objectivos profissionais para os próximos 5 anos? E para os próximos 10?
Quais são as suas maiores capacidades? E fraquezas? Se lhe fizermos uma proposta quanto tempo pensa ficar connosco?
Está interessado em oportunidades de promoção?
Como é você a trabalhar em equipa?
É um líder ou um seguidor?
Qual é o seu percurso e cargo ideal na carreira?
Há alguma coisa que queira dizer antes de dar por terminada a entrevista?



2. Questões para colocar ao entrevistador
Quais são as oportunidades específicas deste emprego?
A quem terei de prestar contas?
Quem são os directores com quem teria de trabalhar?
Há quanto tempo surgiu esta vaga? Qual a razão?
Como vou ser avaliado? Quais os critérios? Como têm evoluído os resultados da empresa
Quais os resultados da empresa?
Quais são os principais pontos fortes e fracos?Erros a evitar Entrevista
Mostrar fraca aparência ou apresentação desleixada, higiene deficiente, vestuário não apropriado.
Pôr ar de "Sr. Sabe-Tudo", arrogante ou mal educado.
Não fazer perguntas sobre o emprego.
Demonstrar capacidade de sociabilização deficiente, falta de interesse, tacto, maturidade ou cortesia.
Mostrar incapacidade para se expressar claramente/linguagem pobre.
Apresentar resultados escolares medíocres.
Mostrar falta de conhecimento da empresa ou do sector.
Mencionar prematuramente o salário e/ou as regalias.
Demonstrar falta de preparação para a entrevista.
Atrasar-se ou não comparecer.
Evitar o contacto visual ou denunciar falta de auto-confiança.
Ser desonesto.
Não apresentar nenhum objectivo de carreira.



Questões ou respostas colocadas/dadas superficialmente ou de forma inapropriada podem denotar:
Falta de experiência, educação ou capacidades
Objectivos ou expectativas irrealistas
Falta de entusiasmo ou agressividade excessiva
Falta de preparação ou de qualificações
Falta de profissionalismo





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domingo, 25 de novembro de 2007

Modelo de Carta de Apresentação

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Carta de Apresentação*


Isabel Cristina Matos
Av. 5 de Outubro, nº XX
1050 Lisboa
Telefone: 21 XXX XX XX




Exmoº SenhorDirector dos Recursos Humanos da Sociedade de Informática de Portugal
Rua das Avenidas, nº XX,
1200 Lisboa.




Acabo de receber o meu diploma de Informática, na Universidade Lusófona. Tenho conhecimento de que a vossa empresa lidera o mercado neste ramo de actividade, o que me dá garantias de ser o melhor local para poder desenvolver as competências que adquiri na minha formação.
Gostaria de, numa entrevista pessoal, poder prestar outras informações que penso serem de mútuo interesse.




Subscrevo-me, com a mais elevada consideração.
Isabel Cristina Matos
Anexo: Currículo




* A carta de apresentação deve ser simples e breve. É uma forma de fazer a sua promoção pessoal. Dirige-se a um empregador, oferecendo espontaneamente os seus serviços. É geralmente escrita à mão e deve acompanhar o CV.Todos os dados aqui apresentados são fictícios e este modelo dá apenas indicações de elaboração. Redija o seu de uma forma pessoal e original para motivar o empregador.






Cartas de apresentação

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Cartas de apresentação
Juntamente com o CV, a carta de apresentação é um dos primeiros elementos que a empresa à qual se candidata tem sobre si. Saiba como elaborar uma carta de apresentação e veja um exemplo.


Como estruturar
A carta de apresentação deverá ser breve e simples. Por norma deve ser escrita à mão, mas hoje em dia já se utiliza o computador. Esta carta deve, juntamente com o CV, convencer o empregador a chamá-lo para uma entrevista.



Dirija-se à pessoa certa


Comece por dirigir a carta à pessoa certa. Isto é prova de ter o cuidado de mandar a carta a uma determinada pessoa. Não se esqueça de pôr em cima da carta a rubrica assunto, onde esclarece o objectivo da sua carta e, eventualmente, menciona a referência do anúncio.



Escreva uma boa frase de abertura


A intenção é destacar-se no meio de muitas respostas. Isto não se consegue com frases usadas como: "Na sequência do seu anúncio ...." ou "Por este via venho candidatar-me ...." Evite linguagem estandardizada ou expressões clássicas e use uma frase de abertura personalizada, original e cheia de entusiasmo.



Não use palavras demasiado modestas


"Talvez", "eventualmente" e "acho" são expressões a evitar.Procure o caminho intermédio. Dizer que é a pessoa ideal e que o empregador seria doido se não aproveitasse esta oportunidade, não só mostra um entusiasmo pronunciado como também uma grande dose de arrogância.



Explique porque se candidata


Explique o que o atrai na empresa, na função, no sector. Aproveite para mostrar entusiasmo.



Não se prolongue


A sua carta pode ter uma página no máximo. Convém transmitir a mensagem em frases curtas e dinâmicas com muitos verbos activos.



Não mencione a sua inexperiência


Se não tiver a experiência ou a formação exigida, não o mencione. Escreva antes sobre a sua capacidade de aprender depressa. Seja sempre positivo sobre si mesmo.



Não fale em ordenado


Não fale de dinheiro na carta. Mencione o ordenado apenas no caso de lhe ter sido pedido no anúncio a que está a responder, senão acredite que vai criar uma impressão negativa.



Evite terminar com banalidades


Lembre-se que a última impressão é tão importante como a primeira. Não escreva frases feitas mas, por exemplo, "Se achar que temos algo a oferecer um ao outro, estarei sempre disponível para conversarmos numa entrevista".


Pesquisar Emprego!

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Seja criativo! Seja você mesmo! A maneira tradicional de se candidatar não é suficientemente rápida para si?

Candidatar-se online é rápido, fácil e transmite desde logo a ideia que é uma pessoa dos tempos modernos! Uma cyber-candidatura não é muito diferente da carta de candidatura e do CV clássico. Mas são as pequenas coisas que fazem a diferença e, como cyber-candidato, tem ainda muitas possibilidades de redigir um CV criativo.

As vantagens
Candidatar-se não é divertido. É preciso percorrer inúmeras ofertas de emprego, escrever e rescrever a carta de candidatura, compor o CV, procurar selos, ir aos correios e, por fim, esperar pela reacção. O procedimento pela Internet fica um pouco menos complicado.

Ofertas de emprego

Quase todas as empresas que têm página na Internet têm uma área de candidaturas através da qual os utilizadores podem enviar o seu CV a essa mesma empresa. Assim, são muitas as oportunidades de encontrar emprego através da Internet!

A Internet ao seu alcance

A maioria das pessoas têm computador e muitas ligações à Internet são grátis. Além disso, há locais públicos onde se pode consultar a Internet, caso dos cyber-cafés e de algumas bibliotecas.

A Internet é fácil

Pode procurar um novo emprego confortavelmente sentado à secretária, sem selos, papel de carta, envelopes, idas aos correios e pode enviar naquele instante o seu CV e a carta com um único clique do rato.

A Internet é rápida

A sua carta de candidatura chega ao destino num piscar do olho. Já não é preciso ficar sem saber se a carta chegou, e está a dar à outra parte a possibilidade de reagir com a mesma velocidade.

Tempos modernos

Candidatar-se via Internet mostra ao seu futuro empregador que acompanha o mundo actual.

Fonte: http://www.expressoemprego.pt/

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Saiba quais os elementos obrigatórios de um CV

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Dados pessoais
Deverá incluir no CV os seus dados pessoais:
apelido nomes próprios morada telefone e-mail data de nascimento nacionalidade estado civil
Se lhe pedirem uma fotografia convém escolher uma que seja sóbria. Se não lha pedirem, não a envie. O nº do seu BI ou da sua conta bancária, ou os antecedentes dos seus pais, são pouco relevantes e convém omitir.

Formação
O diploma mais alto é o mais importante (deve indicar a instituição e a data de conclusão do curso). Pode eventualmente fazer referência ao seu percurso no ensino secundário, embora não seja muito relevante. Cursos adicionais são mencionados na medida em que dizem respeito ao posto para o qual se candidata.



Conhecimentos de línguas

Indique quais são as línguas que domina e em que medida. Exemplo: 'Inglês: bons conhecimentos, tanto falado como escrito'.

Experiência
Indique a sua função, em que empresas trabalhou, quando e durante quanto tempo. Faça uma breve descrição das tarefas que desempenhou porque estas podem variar de empresa para empresa. Se ainda não tiver experiência profissional, pode recorrer a um trabalho de férias relevante, a um trabalho temporário ou a um estágio. É importante demonstrar o que aprendeu com essas experiências.



Outras actividades

Aqui pode mencionar os seus passatempos e conhecimentos (por ex. informática) que podem ser úteis no seu novo emprego. Mencione também o seu envolvimento em actividades académicas e associativas.

Fonte: http://www.expressoemprego.pt/

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Como escrever um CV

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Como escrever um CV
Um CV bem escrito e estruturado é meio caminho andado para arranjar um novo emprego. Conheça as nossas sugestões e veja alguns modelos de CV.

Regras de ouro
O seu CV é um cartão de visita que pode fazer a diferença entre um convite para uma entrevista ou a cartinha a dizer que não foi seleccionado.Portanto, está na hora de transformar o seu CV numa arma eficaz:
Informações relevantes Refira todas as informações que salientem as suas mais valias e aumentem as possibilidades de obter uma entrevista.
O facto de organizar todos os anos um festival de sardinhas não interessa quando se candidata para a função de Web Designer.

Se, pelo contrário, quer trabalhar numa agência de organização de eventos, a informação torna-se importante.

Molde o seu CV ao emprego para o qual se candidata.
Tamanho reduzido

Tente reduzir o seu CV a duas folhas.


Bem organizado

Divida o seu CV em secções claras (por ex. dados pessoais, formação, experiência profissional, observações etc.) Coloque bastantes espaços em branco para o tornar mais legível.
Exemplos concretos, Espírito de equipa, capacidade de perseverança e facilidade de contacto são características bonitas, mas sem exemplos concretos ficam vazias de significado.

Indique concretamente como, no passado, demonstrou o seu espírito de equipa ou onde já aplicou a sua capacidade de perseverança.

Tipo de CV

Um CV cronológico fornece uma listagem da sua formação e experiência de acordo com uma sequência lógica no tempo. Um CV funcional junta qualidades e características por área relevante.

Sinceridade

Uma pequena mentira a seu favor parece inocente mas pode ter consequências negativas. Ao mentir no seu CV arrisca-se a ser apanhado mais cedo ou mais tarde.

Voz activa

Use verbos dinâmicos e activos como organizar, presidir, ensinar, etc.
Aparência gráficaCada CV que envia deve ser uma impressão original. Manchas, dobras nos cantos e vincos são proibidos.

Fonte: http://www.expressoemprego.pt/
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